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	<description>Partido Socialismo e Liberdade</description>
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		<title>Pedro Ruas: sobre o escândalo no Banrisul</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 01:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive na coletiva de imprensa realizada pela Polícia Federal sobre o caso de corrupção no Banrisul. Ildo Gasparetto, superintendente da PF, ressaltou que o Banrisul foi vítima de uma quadrilha que era formada por funcionários públicos e privados que retiravam dinheiro do banco para usar de maneira particular.
Os investigadores acreditam que cerca de R$ 10 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive na coletiva de imprensa realizada pela Polícia Federal sobre o caso de corrupção no Banrisul. Ildo Gasparetto, superintendente da PF, ressaltou que o Banrisul foi vítima de uma quadrilha que era formada por funcionários públicos e privados que retiravam dinheiro do banco para usar de maneira particular.</p>
<p>Os investigadores acreditam que cerca de R$ 10 milhões tenham sido desviados do banco nos últimos 18 meses. O esquema funcionaria por meio do superfaturamento na produção de ações de marketing contratadas pelas agências de publicidade DCS e SLM, que terceirizavam o serviço subcontratando os reais executores a preços muito menores do que os cobrados do banco.</p>
<p>O nome da agência DCS já esteve envolvido em denúncias feitas contra o governo Yeda Crusius. Em maio de 2009, o conteúdo das gravações do ex-assessor da governadora, Marcelo Cavalcante (que foi encontrado morto Lago Paranoá), aponta uma série de irregularidades na campanha eleitoral de 2006 e no governo do PSDB.</p>
<p>Nestas gravações, Marcelo afirma que algumas despesas do comitê eleitoral de Yeda foram custeadas pela agência de publicidade DCS, que não prestava serviços à campanha nem fez doações oficiais. Segundo o ex-assessor, a DCS teria pago, por exemplo, suas passagens aéreas e diárias no flat Swan Molinos, em Porto Alegre. Após a eleição, segundo a mesma fonte, teria arcado com recepções oferecidas por Yeda em sua casa. Depois que ela tomou posse, a agência teria prosseguido a quitar passagens e diárias de Marcelo. Yeda renovou os contratos que o Banrisul mantinha com a DCS. A agência negou ter pago essas contas a Marcelo Cavalcante. Até o final da tarde de hoje, a empresa ainda não havia se manifestado oficialmente sobre o caso Banrisul.</p>
<p>O PSOL já havia denunciado toda essa corrupção. Se o impeachment da Yeda tivesse sido aceito e todos os crimes tivessem sido apurados teríamos evitado mais um rombo de 10 milhões nos cofres públicos.</p>
<p>Seguimos na luta.</p>
<p>Forte abraço!</p>
<p>Pedro Ruas</p>
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		<title>Bahia: Hilton Coelho e Zilmar questionam obras da Fonte Nova e para Copa 2014</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sem medo de errar reafirmo que a demolição da Fonte Nova deixou muita lama debaixo de todo o concreto que caiu. O governo estadual, que não teve a menor competência para cuidar da velha Fonte Nova, é o mesmo que construirá a nova. Qual o custo social dessa obra faraônica? E até mesmo as empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5128" href="http://psol50.org.br/?attachment_id=5128"><img class="aligncenter size-full wp-image-5128" src="http://psol50.org.br/files/2010/09/Torcida_Bahia-7097681.jpg" alt="" width="610" height="270" /></a>&#8220;Sem medo de errar reafirmo que a demolição da Fonte Nova deixou muita lama debaixo de todo o concreto que caiu. O governo estadual, que não teve a menor competência para cuidar da velha Fonte Nova, é o mesmo que construirá a nova. Qual o custo social dessa obra faraônica? E até mesmo as empresas que fiscalizarão as obras foram escolhidas a dedo como a imprensa noticiou amplamente&#8221;.<br />
Estas foram as afirmações de Hilton Coelho (50.150), candidato a deputado estadual pelo PSOL, que fez duras críticas à má utilização de recursos públicos destinados à realização da Copa do Mundo em 2014 no Brasil, em especial na Bahia.<br />
&#8220;É intrigante que sem nenhuma explicação, com muita rapidez, a construção da Arena Fonte Nova ficou R$ 150 milhões mais barata. O consórcio formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, grandes financiadoras da campanha eleitoral de Jaques Wagner e do PT em geral, acataram sem retorquir a recomendação proposta pelo Ministério Público Estadual (MP-BA)&#8221;. Hilton Coelho questiona, &#8220;como uma obra orçada em R$ 1,6 bilhão pode ser reduzida em quase 10% do valor total? Não fica evidente que havia algum, digamos assim, erro na planilha de custos?&#8221;<br />
Hilton Coelho ironiza ao afirmar que &#8220;o governo do Estado teve de ser convencido a rever o contrato por recomendação dos ministérios públicos estadual e federal para que o valor total se aproximasse do real. Passou de R$ 591,7 milhões para R$ 1,6 bilhão. Só assim a população soube que muitos milhões de reais estavam ocultos nas letras miúdas do contrato&#8221;.<br />
Zilmar Alverita, candidata a senadora pelo PSOL, acrescenta sua preocupação diante da aprovação &#8220;a toque de caixa pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado da autorização para que os Estados que vão sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 contratem financiamentos para executar a infraestrutura para esses eventos fora dos limites de endividamento público impostos por lei. Quando for aprovado em plenário, o que ocorrerá sem a menor dúvida, aqui se abre a possibilidade de um saco sem fundo para escoamento de recursos públicos&#8221;, afirma.<br />
&#8220;Minha preocupação não só com a Bahia, mas com o Brasil. O Tribunal de Contas da União divulgou um relatório afirmando que a obra da Arena Amazônia, que substituirá o estádio Vivaldo Lima para a Copa-2014 em Manaus (AM), tem sobrepreço de R$ 71,2 milhões e possíveis irregularidades. Não resta a menor dúvida que cerca de 94% do total de gastos em arenas no Brasil para 2014 serão bancados por investimentos públicos. E os elefantes brancos já vêm sendo anunciados. Qual a viabilidade econômica das arenas depois 2014? Será que as tais arenas de Brasília, Recife, Manaus, Natal, Cuiabá e mesmo a de Salvador serão sustentáveis após a Copa?&#8221;, questiona e finaliza Hilton Coelho.</p>
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		<title>Rio: Milton Temer Senador no Globo On line</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O site Globo online realizou breve sabatina de 5 minutos com todos os 11 candidatos ao Senado.
O vídeo da entrevista do candidato pelo PSOL Milton Temer(500), pode ser visto nesse link: http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/video/2010/19595/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5122" href="http://psol50.org.br/?attachment_id=5122"><img class="alignleft size-medium wp-image-5122" style="margin-left: 4px;margin-right: 4px" src="http://psol50.org.br/files/2010/09/miltontemer_469_290-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" /></a>O site Globo online realizou breve sabatina de 5 minutos com todos os 11 candidatos ao Senado.</p>
<p>O vídeo da entrevista do candidato pelo PSOL Milton Temer(500), pode ser visto nesse link: http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/video/2010/19595/</p>
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		<title>Rio: Jefferson diz que PSOL vai recorrer de decisão do TRE-RJ no caso em que Cabral elogia Álvaro Lins</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Em tempos de democracia, o candidato Sérgio Cabral quer censurar o programa do PSOL. O que mostramos foi o que acontecia em 2006 na cúpula do poder no estado, inclusive exibindo a data do vídeo na tela. Por isso, confiamos na Justiça e aguardaremos sua decisão. Tratamos o caso com a seriedade que ele pede. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em tempos de democracia, o candidato Sérgio Cabral quer censurar o programa do PSOL. O que mostramos foi o que acontecia em 2006 na cúpula do poder no estado, inclusive exibindo a data do vídeo na tela. Por isso, confiamos na Justiça e aguardaremos sua decisão. Tratamos o caso com a seriedade que ele pede. Afinal, trata-se da verdade política e da correta informação do povo&#8221;, declarou o candidato do PSOL ao governo do estado, Jefferson Moura, ao saber da decisão do TRE-RJ de deferir a representação feita pelo PMDB, nesta sexta-feira, 03 de setembro, pedindo a retirada do programa do ar e o direito de resposta por ter o PSOL exibido, em seu programa de TV na quarta-feira, 1º de setembro, um vídeo de 2006, em que Cabral Filho elogia o ex-chefe de polícia e deputado estadual cassado Álvaro Lins. O PSOL tem 24 horas para recorrer da decisão do TRE-RJ e já o está fazendo, por meio do seu departamento jurídico.</p>
<p>&#8220;Ter, na Assembleia Legislativa, um deputado com a inteligência, com a vibração, a energia, o caráter de Álvaro Lins é fundamental para mim, como governador do Estado do Rio de Janeiro&#8221;, diz Cabral, no vídeo. Jefferson explicou por que decidiu usar em seu programa a imagem, gravada durante um evento da Polícia Civil, há quatro anos: &#8220;A despeito do que a candidatura de Sérgio Cabral tem dito, ela representa parte da velha política do Rio de Janeiro. Ele (Cabral) foi eleito senador e governador com o apoio de Rosinha Garotinho. A candidatura Cabral representa mais do mesmo. Cabral é referência de uma política de segurança que não tem compromisso com a mudança&#8221;, afirmou.</p>
<p>Álvaro Lins, chefe de Polícia Civil durante o governo Rosinha Garotinho, foi preso pela Polícia Federal em maio de 2008, acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Em 12 de agosto do mesmo ano, teve o mandato de deputado estadual cassado. Foi libertado em maio do ano passado, graças a um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>A seguir, a agenda do candidato ao governo do estado Jefferson Moura:</p>
<p> 28/08 — sábado:<br />
— 10h — Atividade de campanha na Praça Saens Pena, Tijuca, Rio de Janeiro.<br />
— 14h — Visita à Feira de Antiguidades do Lavradio (Rua do Lavradio, Lapa, Rio).</p>
<p> 29/08 — domingo:<br />
— 09h30 — &#8216;Bandeiraço&#8217; na Praia de Icaraí, seguido de panfletagem no Campo de São Bento, Icaraí, Niterói (RJ).</p>
<p> 30/08 — segunda-feira:<br />
— 11h — Visita à Associação de Moradores do Morro Chapéu Mangueira, Leme, Rio de Janeiro.<br />
— 14h — Gravação de programa de campanha eleitoral para a TV.</p>
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		<title>Maranhão: Saulo discute política ambiental</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[O candidato a Governador, Saulo, juntamente com os candidatos a Senador, Paulo Rios, e o suplente de Senador, Saturnino Moreira, visitaram a Associação Maranhense para Conservação da Natureza(AMAVIDA).
João Otávio, presidente da AMAVIDA, relatou as principais reivindicações dos setores sociais para o enfrentamento da crise ambiental no Maranhão e a necessidade da intervenção do governo, tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato a Governador, Saulo, juntamente com os candidatos a Senador, Paulo Rios, e o suplente de Senador, Saturnino Moreira, visitaram a Associação Maranhense para Conservação da Natureza(AMAVIDA).</p>
<p>João Otávio, presidente da AMAVIDA, relatou as principais reivindicações dos setores sociais para o enfrentamento da crise ambiental no Maranhão e a necessidade da intervenção do governo, tais como: mudanças na legislação ambiental; inclusão de verbas no orçamento; fortalecimento da Secretaria de Meio Ambiente por meio de concurso público e descentralização de suas ações; proteção aos rios e suas nascentes; criação de espaços de convivência; combate ao desmatamento e degradação das bacias hidrográficas; política energética e utilização de energias limpas.Otávio ressaltou, ainda, que precisa ter um controle social por parte da sociedade sobre os grandes projetos e suas influências na conservação da natureza.</p>
<p>Saulo afirmou que o capital, em sua incontrolabilidade, não respeita o ambiente, pois visa apenas lucros e que este modelo de desenvolvimento presente no estado é excludente, concentrador de renda nas mãos de poucos e aprofunda a crise ambiental.</p>
<p>“Precisamos cuidar das nascentes dos rios, investir no saneamento básico e combater o assoreamento presente na totalidade dos rios maranhenses. Os problemas dos agrotóxicos, resíduos das indústrias e o chorume do lixo que afetam e contaminam o solo e nossos lençóis freáticos serão tratados com prioridade ”, ressalta Saulo.</p>
<p>Diz ainda : “A ganancia dos madeireiros e das empresas desmataram 1/3 das florestas maranhenses e a utilização de carvão vegetal nas indústrias poluem nosso ar e trazem várias doenças para a população do Estado. Este modelo de desenvolvimento não serve e será combatido. Vamos priorizar as energias limpas e recompor as áreas florestais degradadas”.</p>
<p>Saulo acrescentou que o governo do PSOL fortalecerá a Secretaria do Meio ambiente, abrindo concurso público e descentralizando sua atuação, elaborará projetos de lei para que o Estado recolha a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA) e que atribua às empresas a responsabilidade de coletar e reciclar o lixo oriundo de suas atividades econômicas. Tudo isso complementado por um amplo programa de reciclagem e educação ambiental e   o fortalecimento do Laboratório de Geo-Processamento da UEMA para dar suporte na ação ambiental.</p>
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		<title>Mobilizações do plebiscito nos estados</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 00:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plínio Presidente 50]]></category>

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		<description><![CDATA[O plebiscito da terra está ocorrendo por todo o Brasil, são mais de 700 urnas espalhadas em todos os estados. Segundo a assessoria de imprensa da campanha esse número pode ser muito maior uma vez que alguns estados ainda não passaram dados atualizados do número de urnas. A inciativa do FNRA (Fórum Nacional de Reforma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plebiscito da terra está ocorrendo por todo o Brasil, são mais de 700 urnas espalhadas em todos os estados. Segundo a assessoria de imprensa da campanha esse número pode ser muito maior uma vez que alguns estados ainda não passaram dados atualizados do número de urnas. A inciativa do FNRA (Fórum Nacional de Reforma Agrária), composto por 54 entidades em conjunto com outros movimentos e partidos políticos, como o PSOL, está envolvendo militantes das mais diversas areas de atuação pela reforma agrária.</p>
<p>Em Sergipe as entidades organizaram urnas em Aracaju e em diversas cidades do interior como Laranjeiras, Instancias e Lagarto. Na capital foram abertas urnas no calçadão do centro, nos terminais de ônibus e na Universidade Federal de Sergipe.</p>
<p>Segundo Vinícius Oliveira, militante da ENECOS (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social) a população local tem recebido de forma muito positiva o plebiscito, entendendo a necessidade de se fazer a reforma agrária, “ Há um sensibilização muito forte no tema do limite e as pessoas entendem a necessidade de reforma agrária para a melhoria até mesmo das cidades”, afirmou Oliveira.</p>
<p>No Ceará o plebiscito também está ocorrendo em diversas cidades, e a expectativa da organização é muito positiva com relação aos resultados e o próprio processo de conscientização popular que tem gerado. “ A expectativa é muito boa, temos mobilizações em muitos bairros”, afirmou Lia Lima da CPT (Comissão Pastoral da Terra)</p>
<p>Ainda segundo Lima tem sido importante nesse plebiscito a possibilidade de levantar outros temas relacionados a terra, como soberania alimentar, “só o acesso a terra não resolve, essa á mensagem que temos levado junto a população. É preciso tratar do tema da soberania alimentar, por exemplo, só com essas medidas é que concretizaremos a reforma agrária”, afirmou Lia.</p>
<p>Na USP foram colocadas 5 urnas entre os dias 31/8 e 3/9. Segundo Douglas Miyamoto, estudante do quinto ano de Ciências Sociais na USP e um dos organizadores do plebiscito na universidade, a estimativa é de que até o dia 2/9 quase 2000 pessoas tenham votado.</p>
<p>Afirmou também que é muito importante a iniciativa pois traz a tona um debate que é escondido, “a recepção da panfletagem foi muito boa, as pessoas que não entendiam direito as propostas e a razão de limitação da propriedade depois de conversar entenderam a importância”, afirmou.</p>
<p>Durante o processo de mobilização na USP foi possível muitas vezes debater outros temas relacionados ao limite da propriedade, “Com algumas pessoas nos falamos sobre temas relacionados a terra, como trabalho escravo, agrotóxico, mortes no campo e criminalização dos movimentos sociais”, concluiu o estudantes de sociais.</p>
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		<title>Rio de Janeiro terá agenda de peso no fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 19:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Alencar]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>

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		<description><![CDATA[O final de semana promete ser agitado! Sábado à tarde, Chico vai à tradicional Feira do Lavradio, na Lapa. Domingo de manhã, estará na Quinta da Boa Vista. À tarde, vai ao “Santa Teresa de Portas Abertas”. Leia cordel que tem feito sucesso nas ruas.
&#8216;Candidato com tanta placa, emplaca?
Quem emplaca a cidade inteira não empaca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5107" href="http://psol50.org.br/?attachment_id=5107"><img class="alignleft size-full wp-image-5107" style="margin-left: 5px;margin-right: 5px" src="http://psol50.org.br/files/2010/09/chicão.jpg" alt="" width="245" height="180" /></a>O final de semana promete ser agitado! Sábado à tarde, Chico vai à tradicional Feira do Lavradio, na Lapa. Domingo de manhã, estará na Quinta da Boa Vista. À tarde, vai ao “Santa Teresa de Portas Abertas”. Leia cordel que tem feito sucesso nas ruas.</p>
<p>&#8216;Candidato com tanta placa, emplaca?</p>
<p>Quem emplaca a cidade inteira não empaca sua beleza?</p>
<p>A lei é clara: fixação de placa é adesão voluntária.</p>
<p>Mas quase todos pagam, na campanha mercenária.</p>
<p>Quem vê cara e número não vê proposta nem coração.</p>
<p>Sua Excelência o eleitor vai se manifestar:</p>
<p>que seja atitude consciente e honrosa,</p>
<p>não se deixando levar por propaganda enganosa.&#8217;</p>
<p>(Chico Alencar 5050, filho de piauiense, com alguma verve de poeta de cordel&#8230;)</p>
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		<item>
		<title>Em audiência, Ivan Valente apoia cooperativas e critica decreto do governo de SP</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 19:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[ivan valente]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma audiência pública convocada pelo mandato do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) lotou o auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa na noite desta quarta-feira (01/09). A razão do debate foi o polêmico decreto 55.938, do governador em exercício Alberto Goldman, publicado no dia 22 de julho, que veda a participação de cooperativas de serviço de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5101" href="http://psol50.org.br/?attachment_id=5101"><img class="alignleft size-medium wp-image-5101" style="margin-left: 5px;margin-right: 5px" src="http://psol50.org.br/files/2010/09/audienciacooperativas-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Uma audiência pública convocada pelo mandato do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) lotou o auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa na noite desta quarta-feira (01/09). A razão do debate foi o polêmico decreto 55.938, do governador em exercício Alberto Goldman, publicado no dia 22 de julho, que veda a participação de cooperativas de serviço de licitações do governo estadual. A justificativa dada pelo governador é um parecer do Tribunal de Contas do Estado de SP que recomendaria a não participação de cooperativas em processos licitatórios.</p>
<p>O Diretório Nacional do PSOL ajuizou uma ADIn (Ação Direta de Inconstitucionalidade) pedindo revogação do decreto, pela clara discriminação criada pela norma. O deputado Giannazi também apresentou o Projeto de Decreto Legislativo 47/2010, que revoga o decreto de Goldman e já está tramitando na Assembleia Legislativa.</p>
<p>O deputado Ivan Valente esteve presente na audiência pública e manifestou suas críticas. “O decreto editado pelo governador é inconstitucional por várias razões: por violar a legislação nacional, como a Lei das Licitações (8666/93), e por uma contradição muito grande. Aprova-se uma lei estadual que incentiva as cooperativas e depois se edita um decreto proibindo as cooperativas de participar de licitações”, afirmou.</p>
<p>Para Ivan Valente, tamanha contradição tem explicação. “É preciso colocar o dedo na ferida. O que está por trás disso é uma questão política. Ao eliminar as cooperativas destes processos, inclusive no período eleitoral, o governo estadual dá aos tubarões, aos monopólios e às grandes empresas a prioridade nas licitações. Esta é a questão chave”, avalia. “Eles são poderosos, são financiadores de campanhas políticas. Por isso o PSOL não aceita recursos de empresas, porque isso nos deixa à vontade para entrar com propostas e projetos que garantam nossa soberania e para defender o que interessa aos trabalhadores, seja o aumento da aposentadoria, o fim do fator previdenciário, a jornada de 40 horas semanais. Não temos rabo preso com o grande poder econômico”, disse Ivan Valente.</p>
<p>O deputado Carlos Giannazi lamentou a ausência do governador e do secretário da Casa Civil de São Paulo, Luiz Antônio Marrey, ambos convidados para a audiência pública, assim como o Ministério Público, que tem promovido a assinatura de Termos de Ajustamento de Conduta com o poder público para evitar a contratação de cooperativas.</p>
<p>“Seria importante que o Ministério Público ouvisse o que as cooperativas têm a dizer. Hoje elas se tornaram uma alternativa de trabalho, emprego e geração de renda. O mundo caminha nesta direção e aqui tivemos retrocesso”, acredita Giannazi. O deputado do PSOL já solicitou uma audiência com o governador Goldman e com a Secretaria da Casa Civil para pedir a revogação do decreto, e também com o presidente do Tribunal de Contas do Estado, para rever os dois pareceres feitos contra as cooperativas.<br />
<strong><br />
Direitos negados<br />
</strong><br />
Sandra Campos, do Sintracesp (Sindicato dos Trabalhadores Cooperados do Estado de São Paulo), lembrou dos enormes prejuízos que o decreto, inconstitucional, tratá para os trabalhadores cooperados. Muitos não conseguirão se recolocar no mercado de trabalho, com consequências para milhares de famílias. “O governo de São Paulo fez isso sem dialogar com as cooperativas. Já tentamos conversar com o governador e ele não nos recebeu. Por isso queremos formar uma comissão com deputados e vereadores para negociar com o governo. Não queremos privilégio. Queremos igualdade”, afirmou.</p>
<p>Na avaliação dos presentes, para dar início ao diálogo, é preciso que o governo de São Paulo inicialmente revogue o decreto 55.938. Para os advogados especialistas no tema presentes à audiência pública, um dos principais problemas do decreto é definir por antecipação a questão do vínculo empregatício para determinados serviços, o que tira das das cooperativas a possibilidade de se organizarem e prestarem o serviço.</p>
<p>“São Paulo não pode ser um mau exemplo para o Brasil. Nosso país ratificou acordos internacionais da OIT reconhecendo o cooperatismo como forma de organização dos trabalhadores”, disse Geraldo Magela, da Organização das Cooperativas Brasileiras. “Estão atacando as cooperativas, mas há muitas empresas de fachada, que participam das licitações, fazendo financiamento ilícito de campanha”, criticou.</p>
<p>Marília de Lima, da Cooperativa Cultural Brasileira, que reúne 7 mil cooperados em todo o Brasil, lembrou que 7% do PIB nacional é gerado pelo cooperativismo, que já está há 150 anos no Brasil. “Mas o governo de São Paulo não quer que nos organizemos, porque tem medo. Prefere colocar tudo no mesmo saco e dizer que as cooperativas são uma fraude. Enquanto isso, as empresas, que podem participar das licitações, dão dinheiro para os candidatos comprarem nosso voto. Então vamos refletir bem neste processo eleitoral e votar com consciência”, disse Marília.</p>
<p>Para além das iniciativas jurídica e legislativa já tomadas pelo PSOL, o deputado Ivan Valente reforçou a importância da pressão popular e mobilização dos trabalhadores sobre os parlamentares da Assembléia Legislativa e sobre o governo para que o decreto de fato seja revogado.</p>
<p>“O princípio do cooperativismo é de geração de emprego e distribuição de renda. É preciso que as cooperativas se controlem e se fiscalizem, para que relatórios como este do Tribunal de Contas e decretos como este do governo de São Paulo vinguem. Essa unificação das cooperativas é uma vitória para fazer crescer o movimento, virar este processo e garantir direito ao trabalho, à renda e às melhores condições de vida para todos”, concluiu Ivan Valente.</p>
<p>CLIQUE AQUI para ver a galeria de imagens da audiência pública contra o decreto 55.938.</p>
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		<title>Veja entrevista de Marcos Mendes ao Bahia Econômica</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista concedida ao site especializado em notícias sobre a economia baiana – www.bahiaeconomica.com.br Bahia Econômica, do economista Armando Avena.
Bahia Econômica – Qual a critica que o senhor faz ao modelo econômico adotado pelo Governo do Estado da Bahia?
Marcos Mendes – O modelo econômico adotado pelo governo do estado é marcado pelo grande favorecimento às grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5096" href="http://psol50.org.br/?attachment_id=5096"><img class="aligncenter size-full wp-image-5096" src="http://psol50.org.br/files/2010/09/marcos-mendes.jpg" alt="" width="441" height="465" /></a>Entrevista concedida ao site especializado em notícias sobre a economia baiana – www.bahiaeconomica.com.br Bahia Econômica, do economista Armando Avena.</p>
<p>Bahia Econômica – Qual a critica que o senhor faz ao modelo econômico adotado pelo Governo do Estado da Bahia?</p>
<p>Marcos Mendes – O modelo econômico adotado pelo governo do estado é marcado pelo grande favorecimento às grandes empresas. Este modelo injusto que vem sendo desenvolvido pelo governo teve seu início na década de 30. É neste período que começa as políticas econômicas de concentração de renda, as quais, nos dias de hoje, o governo da Bahia vem perpetuando. Esse modelo triplicou o PIB do estado, que tem o 6° maior PIB do país, porém, a população baiana continua pobre. A Bahia é, atualmente, o estado mais desigual do Brasil.</p>
<p>BE – Na sua concepção, o governo Wagner e o governo Paulo Souto tiveram propostas diferenciadas de desenvolvimento.</p>
<p>M.M. – Só há diferença do ponto de vista pessoal. São pessoas diferentes. Mas em termos de modelo de governo não existe diferença. No início, Wagner atacava os problemas sociais, mas logo depois ele mudou o modelo de gestão. Wagner investiu muito mais em publicidade para favorecer a sua gestão do que em segurança pública. O resultado disso é esse que você pode ver: violência urbana espalhada por todo estado, criminalidade crescendo, etc. Wagner tentou resgatar carlistas como Benito Gama e César Borges para o seu governo. O governo de Wagner favoreceu bastante os contratos de REDA, em detrimento dos concursos públicos estaduais para a população baiana. Avalio que, tanto na atual gestão quanto na “gestão carlista” de Paulo Souto, não houve diferenças, pois em ambos os governos a gestão foi marcada pela promiscuidade política, pelo favorecimento as grandes empresas, à burguesia exploradora e à concentração de renda nas mãos de um grupo minoritário e privilegiado, que são os grandes empresários.</p>
<p>BE – Se o senhor for eleito, quais serão as suas prioridades na área econômica?</p>
<p>M.M. – Certamente, irei fazer uma redistribuição justa da riqueza. A implementação de uma verdadeira reforma agrária é fundamental para isso. Darei prioridade a esta reforma na Bahia. Por outro lado, irei introduzir o sistema humanizado de cooperativas, onde os trabalhadores terão em suas mãos os meios de produção. Isto é democrático e socialmente justo. Isto é contrário aos privilégios em poder das grandes empresas. Por exemplo, a Azaleia se beneficiou de todo tipo de isenções fiscais para instalar sua fábrica. Contudo, o sistema que ela desenvolve torna o trabalho precário, gera poucos empregos, oferece baixos salários e jornadas altas de trabalho. Portanto, é um modelo concentrador de riquezas. Não é justo.</p>
<p>BE – Em relação à expansão imobiliária em Salvador, qual a posição do PSOL?</p>
<p>M.M. – É combater os privilégios do empresário imobiliário, combater a farra de grilagens com as terras públicas. As gestões estadual e municipal vêm favorecendo o mercado imobiliário, enquanto isso, muitos baianos sofrem com questões como moradia, emprego, segurança, educação e saúde. Esse crescimento imobiliário em Salvador é mais uma forma de concentrar a riqueza nas mãos de uma minoria.</p>
<p>BE – Como o senhor avalia a política ambiental do governo Wagner?</p>
<p>M.M. – Completamente desastrosa. Vou lhe dar alguns exemplos. O governo está investindo na viabilização do Porto Sul. Esse porto irá, inicialmente, destruir 1800 hectares da mata atlântica. Outra iniciativa do governo que é prejudicial ao meio ambiente são as medidas referentes ao Pólo Naval, na região do recôncavo. Este pólo vai impor sérios problemas à região onde ele estará situado. Com isso, essa iniciativa trará implicações negativas às comunidades quilombolas, às marisqueiras da região, aos pescadores, bem como à reserva extrativista da Baía de Iguape. Os trabalhadores dessa região serão profundamente prejudicados no seu trabalho e, consequentemente, na sua renda. Outro exemplo está no extremo sul da Bahia. Empresas que patrocinam a campanha do candidato Jaques Wagner também estão devastando a mata atlântica da área. Em Caetité, existe a exploração de urânio. Acreditamos que a morte de muitas pessoas nesse município está relacionada à presença de urânio na água em que a população está bebendo. Destaco também que os moradores de Caetité estão sendo impedidos de terem acesso aos documentos oficiais onde estão registrados informações sobre a contaminação da água por urânio.</p>
<p>BE – O que senhor identifica como ponto positivo do governo de Jaques Wagner?</p>
<p>M.M. – É muito difícil identificar pontos positivos neste governo, mas eu identifico apenas um. Wagner abriu espaço para a participação popular, como por exemplo, através do Plano Plurianual (PPA) participativo. Porém, ele não deu ao povo o poder decisório. Então, não adianta muita coisa se a população participa, mas não tem o poder de decisão. Este é o único ponto positivo que vejo na gestão de Wagner.</p>
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		<title>Rio: Jefferson Moura assina petição on-line a favor da Reserva Biológica do Tinguá na Baixada Fluminense</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anabarbour</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha nos Estados]]></category>
		<category><![CDATA[Jefferson Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sempre digo que todo projeto de desenvolvimento tem que levar em conta a &#8216;sustentabilidade&#8217; ambiental. E que defender o meio ambiente é defender a vida. Esse é um compromisso meu e do PSOL. Parece óbvio, mas muitos não enxergam essa relação estreita entre preservação e desenvolvimento com qualidade de vida. Portanto, é fundamental defender a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline">&#8220;Sempre digo que todo projeto de desenvolvimento tem que levar em conta a &#8216;sustentabilidade&#8217; ambiental. E que defender o meio ambiente é defender a vida. Esse é um compromisso meu e do PSOL. Parece óbvio, </span>mas muitos não enxergam essa relação estreita entre preservação e desenvolvimento com qualidade de vida. Portanto, é fundamental defender a Reserva Biológica do Tinguá, criada em 1989 depois de uma perseverante mobilização social envolvendo moradores, ecologistas, universidades, entidades sindicais e associações comunitárias&#8221;, declarou o candidato do PSOL ao governo do estado, Jefferson Moura, em texto enviado aos autores de um manifesto público on-line destinado a defender a reserva transformada pela Unesco, em 1997, em &#8220;Reserva da Biosfera/Patrimônio da Humanidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;A reserva deve ser tratada não só como um assunto local, mas nacional e até internacional&#8221;, comentou o candidato. São 26 mil hectares do que resta de Mata Atlântica no Brasil, englobando partes dos municípios de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Petrópolis e Miguel Pereira, e abriga diversas espécies de nossa flora e fauna (60 de mamíferos, 300 de aves e 52 de anfíbios, além de centenas de milhares de insetos), muitas ainda não estudadas e sequer conhecidas pelos cientistas e outras ameaçadas de extinção, graças à ação de caçadores e compradores de &#8220;carnes exóticas&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Reserva Biológica de Tinguá é a última fonte de água potável sem tratamento químico que a Baixada Fluminense e parte da cidade do Rio de Janeiro dispõem. E vem sendo contaminada por indústrias. Grande parte da população abastecida pela sua água é pobre, não possui condições financeiras de pagar caminhões-pipa, ficando exposta à manipulação dos interesses econômicos e político-partidários — aqueles da velha política que só se preocupa com o povo na hora de pedir votos&#8221;, explicou Jefferson, que se comprometeu a enviar a &#8220;petição eletrônica&#8221; com seu texto e assinatura a todos os seus contatos de &#8216;e-mails&#8217; e redes sociais. Quem quiser acessar e assinar, o link é: http://www.petitiononline.com/tingua/petition.html.</p>
<p>Amanhã, Jefferson Moura dá entrevista a uma emissora de rádio, uma agência de notícias, reúne-se com membros da APAFUNK e participa de comício doméstico em Botafogo, Rio. A seguir, a agenda:</p>
<p> 02/09 — quinta-feira:<br />
— 9h — Entrevista ao programa &#8220;Faixa Livre&#8221;, da Rádio Bandeirantes AM (1.360 no &#8216;dial&#8217;).<br />
— 13h — Reunião com a APAFUNK (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk), na sede do PSOL (Travessa Mosqueira, 21, Lapa, Rio de Janeiro).<br />
— 16h — Entrevista à Agência Rio de Notícias.<br />
— 20h — Comício doméstico do militante Cid Benjamin, em Botafogo.</p>
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