{"id":1092,"date":"2009-03-06T00:00:00","date_gmt":"2009-03-06T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/psol50.org.br\/arquivo\/2009\/03\/06\/mulheres-pagam-caro-pela-crise\/"},"modified":"2009-03-06T00:00:00","modified_gmt":"2009-03-06T00:00:00","slug":"mulheres-pagam-caro-pela-crise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psol50.org.br\/mulheres-pagam-caro-pela-crise\/","title":{"rendered":"Mulheres pagam caro pela crise"},"content":{"rendered":"<p>Junto com negros e mulatos, as mulheres est\u00e3o entre os segmentos mais afetados pela crise financeira mundial. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), na m\u00e9dia de 2008, as mulheres representaram 58,1% do total de desempregados. Em dezembro, quando a crise j\u00e1 estava em curso, esse percentual ficou em 58,4%. Em 2003, por exemplo, as mulheres eram 54,6% das pessoas sem postos de trabalho.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Para evitar que n\u00e3o apenas as mulheres, mas que todos os trabalhadores paguem um pre\u00e7o ainda maior pela crise, entidades feministas, sindicais e movimentos sociais escolheram o tema como o principal pilar das lutas do 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional de Luta das Mulheres. Com o mote &#8220;N\u00f3s n\u00e3o vamos pagar por esta crise! Mulheres livres! Povos soberanos!&#8221;, militantes de 40 organiza\u00e7\u00f5es sair\u00e3o \u00e0s ruas no pr\u00f3ximo domingo (08), em S\u00e3o Paulo, para protestar contra o modelo capitalista e exigir igualdade de direitos, liberdade e autonomia.<\/p>\n<p><b>Mais desigualdade<\/b><\/p>\n<p>A jornalista Maira Kubik Mano, integrante da Secretaria de Mulheres do Psol\/SP, aponta que, historicamente, no capitalismo, as mulheres est\u00e3o ligadas a condi\u00e7\u00f5es de trabalho precarizadas, que se refletem em jornadas longas, sal\u00e1rios mais baixos e escassos direitos adquiridos. Com a crise, no entanto, a perspectiva \u00e9 de uma deteriora\u00e7\u00e3o ainda maior para as trabalhadoras. &#8220;J\u00e1 deveria ter sido mudada essa quest\u00e3o da divis\u00e3o social do trabalho, e ela se aprofunda com a crise, que atinge primeiro o lado mais fr\u00e1gil da cadeia de produ\u00e7\u00e3o&#8221;, analisa.<\/p>\n<p>Nalu Faria, dirigente da Marcha Mundial de Mulheres (MMM), lembra ainda outra desigualdade relativa \u00e0 quest\u00e3o de g\u00eanero. De acordo com ela, a falta de empregos das mulheres ainda n\u00e3o \u00e9 encarada com a mesma preocupa\u00e7\u00e3o que o desemprego dos homens. &#8220;Em geral, o desemprego que preocupa as autoridades e os governos \u00e9 o desemprego masculino. N\u00e3o se tem a mesma rea\u00e7\u00e3o com o desemprego das mulheres, que tende inclusive a ser mais invis\u00edvel&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do desemprego e da redu\u00e7\u00e3o de direitos trabalhistas, a crise gera, para as mulheres, uma sobrecarga de trabalho. De acordo com Maira, o primeiro corte no or\u00e7amento dom\u00e9stico em fam\u00edlias de classe m\u00e9dia e classe m\u00e9dia baixa recai em tarefas que a mulher poderia assumir. &#8220;Ent\u00e3o a mulher volta a tomar conta da casa, volta a tomar conta do filho e fica sobrecarregada em jornadas duplas e triplas de trabalho que j\u00e1 existem mas, muitas vezes, s\u00e3o pioradas, porque elas n\u00e3o terceirizam esse servi\u00e7o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p><b>Reforma da previd\u00eancia<\/b><\/p>\n<p>Junto com o apelo por mais investimentos do poder p\u00fablico para o enfrentamento da crise e melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida dos trabalhadores, a jornada de 8 de Mar\u00e7o tamb\u00e9m repudia a reforma tribut\u00e1ria proposta pelo governo federal. Se aprovada, a mudan\u00e7a resultar\u00e1 num corte de 40% do or\u00e7amento da seguridade social, causando a perda de 24 bilh\u00f5es de reais ao ano no or\u00e7amento da previd\u00eancia.<\/p>\n<p>Os preju\u00edzos da reforma, para a representante do Psol, devem recair especialmente sobre as mulheres, que representam 30 dos 40 milh\u00f5es de brasileiros que s\u00e3o exclu\u00eddos da previd\u00eancia. &#8220;Isso, com certeza, \u00e9 uma quest\u00e3o que vai incidir, diretamente, sobre o direito das mulheres porque quando o Estado deixa de garantir direitos sociais como sa\u00fade e previd\u00eancia social, isso acaba se refletindo na divis\u00e3o sexual do trabalho&#8221;, avalia.<\/p>\n<p><b>Aborto legal e seguro<\/b><\/p>\n<p>Outra bandeira defendida pelas organiza\u00e7\u00f5es neste ano \u00e9 a legaliza\u00e7\u00e3o do aborto, compromisso j\u00e1 assumido pelo governo brasileiro em diversas confer\u00eancias internacionais. Para a secret\u00e1ria-executiva da Jornada pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro, Dulce Xavier, a legaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 um passo fundamental para a democratiza\u00e7\u00e3o da sociedade. &#8220;Como um pa\u00eds que lutou pela democracia, precisamos garantir a autonomia das mulheres como uma quest\u00e3o de democracia. Que autonomia \u00e9 essa que a gente n\u00e3o tem o direito de tomar a decis\u00e3o sobre o nosso corpo?&#8221;, questiona.<\/p>\n<p>A legaliza\u00e7\u00e3o do aborto, segundo Dulce, significaria um avan\u00e7o na sa\u00fade p\u00fablica, na medida em que garantiria um atendimento digno e a preserva\u00e7\u00e3o da sa\u00fade das mulheres. Al\u00e9m disso, a legaliza\u00e7\u00e3o possibilitaria o planejamento familiar. &#8220;\u00c9 uma forma de passar informa\u00e7\u00f5es para essas mulheres que est\u00e3o recorrendo ao aborto para que utilizem m\u00e9todos anticoncepcionais. Se o aborto for atendido em hospital p\u00fablico, a mulher que vai at\u00e9 o hospital vai entrar em contato com a possibilidade de planejamento familiar&#8221;, argumenta.<\/p>\n<p>Junto com a legaliza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica, as entidades pretendem denunciar a persegui\u00e7\u00e3o sofrida pelas mulheres que fizeram aborto. Para Dulce, um caso bastante emblem\u00e1tico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 criminaliza\u00e7\u00e3o das mulheres foi o de uma cl\u00ednica que realizava abortos em Campo Grande (MS), estourada em 2007 ap\u00f3s den\u00fancias do Minist\u00e9rio P\u00f9blico.<\/p>\n<p>Com o fechamento, a pol\u00edcia apreendeu prontu\u00e1rios e fichas de dez mil pacientes que haviam interrompido a gravidez, materiais que serviram para que 1,5 mil mulheres fossem processadas. Mais de 20 delas, at\u00e9 agora, ja foram julgadas e condenadas a prestar servi\u00e7os comunit\u00e1rios em creches.<\/p>\n<p><b>Criminaliza\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>A tend\u00eancia, na avalia\u00e7\u00e3o de Dulce, \u00e9 de que a criminaliza\u00e7\u00e3o se acentue com a instala\u00e7\u00e3o da CPI do Aborto no Congresso Nacional. &#8220;Essa CPI j\u00e1 nasce a partir da iniciativa de um grupo que n\u00e3o tem disposi\u00e7\u00e3o para debater todos os temas que est\u00e3o envolvidos na quest\u00e3o do aborto, \u00e9 um grupo que tem uma posi\u00e7\u00e3o clara de criminaliza\u00e7\u00e3o das mulheres&#8221;, avalia Dulce, que refor\u00e7a a necessidade de discutir os riscos e as consequencias do aborto clandestino.<\/p>\n<p>O Dia Internacional de Luta das Mulheres em S\u00e3o Paulo ter\u00e1 in\u00edcio \u00e0s 10h, na Pra\u00e7a Oswaldo Cruz, de onde seguir\u00e1, pela Avenida Paulista, at\u00e9 o Parque do Ibirapuera, onde haver\u00e1, em frente ao Monumento das Bandeiras, um ato pela legaliza\u00e7\u00e3o do aborto.<\/p>\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o das mulheres tamb\u00e9m ser\u00e1 um ato de solidariedade com os povos que enfrentam situa\u00e7\u00f5es de guerra, como os haitianos e os palestinos, e ainda de apoio a pa\u00edses que lutam pela soberania popular, como Paraguai, Equador e Bol\u00edvia.<\/p>\n<p><i>Fonte: Brasil de Fato<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Junto com negros e mulatos, as mulheres est\u00e3o entre os segmentos mais afetados pela crise financeira mundial. 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