{"id":1879,"date":"2013-04-02T00:00:00","date_gmt":"2013-04-02T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/psol50.org.br\/arquivo\/2013\/04\/02\/no-caminho-do-progresso\/"},"modified":"2013-04-02T00:00:00","modified_gmt":"2013-04-02T00:00:00","slug":"no-caminho-do-progresso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psol50.org.br\/no-caminho-do-progresso\/","title":{"rendered":"No caminho do \u201cprogresso\u201d"},"content":{"rendered":"<p class=\"western\" style=\"margin-bottom: 0cm; text-align: justify;\">\n\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\"><i>Enviar a For\u00e7a Nacional \u00e9 uma dura resposta do governo brasileiro \u00e0 resist\u00eancia dos povos amaz\u00f4nicos ao projeto de constru\u00e7\u00e3o de sete usinas nos rios Tapaj\u00f3s e Jamanxim<\/i><\/p>\n<p>\tA cidade de Itaituba, localizada no oeste do Par\u00e1, \u00e9 retrato da situa\u00e7\u00e3o urbana na regi\u00e3o. Falta de asfaltamento e cal\u00e7adas provocam acidentes, mas s\u00e3o o menor problema, diante da aus\u00eancia de \u00e1gua pot\u00e1vel encanada e de saneamento b\u00e1sico no munic\u00edpio de cerca de 100 mil habitantes. Foi l\u00e1 que 250 soldados da For\u00e7a Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Pol\u00edcia Federal, Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria e For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira chegaram no dia 27 de mar\u00e7o. A tarefa dos homens, ordenada e autorizada via decreto presidencial, \u00e9 escoltar t\u00e9cnicos na realiza\u00e7\u00e3o da \u00faltima etapa do levantamento de informa\u00e7\u00f5es ambientais na regi\u00e3o do m\u00e9dio e alto Tapaj\u00f3s. As pesquisas fazem parte da finaliza\u00e7\u00e3o dos Estudos de Impacto Ambiental que possibilitar\u00e3o as licen\u00e7as ambientais para a constru\u00e7\u00e3o da usina S\u00e3o Luiz do Tapaj\u00f3s \u2013 uma das sete previstas no Complexo Hidrel\u00e9trico Tapaj\u00f3s.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Enviar a For\u00e7a Nacional para a regi\u00e3o \u00e9 uma dura resposta do governo brasileiro \u00e0 resist\u00eancia dos povos amaz\u00f4nicos ao projeto de constru\u00e7\u00e3o de sete usinas nos rios Tapaj\u00f3s e Jamanxim. A a\u00e7\u00e3o contraria uma decis\u00e3o da Justi\u00e7a Federal, de novembro de 2012, que proibiu a concess\u00e3o das licen\u00e7as para constru\u00e7\u00e3o das usinas por falta de consulta pr\u00e9via \u00e0s comunidades afetadas, direito previsto na Conven\u00e7\u00e3o 169 da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT). Passados cinco meses, na semana passada a Justi\u00e7a Federal tomou posi\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel \u00e0s pesquisas, negando o pedido do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal no Par\u00e1 (MPF-PA) de suspens\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o policial para o acompanhamento dos t\u00e9cnicos que realizar\u00e3o os estudos.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">E o que justifica o envio de 250 homens para escoltar bi\u00f3logos, engenheiros florestais e t\u00e9cnicos em pesquisas floresta amaz\u00f4nica adentro? Os pesquisadores, contratados pelas empresas que comp\u00f5em a sociedade do Complexo Hidrel\u00e9trico Tapaj\u00f3s \u2013 a conhecida Camargo Corr\u00eaa e a EDF Consultoria em Projetos de Gera\u00e7\u00e3o de Energia \u2013 est\u00e3o h\u00e1 pelo menos cinco anos percorrendo, medindo, escavando territ\u00f3rios de comunidades amaz\u00f4nicas, mas enfrentam grande desconfian\u00e7a e resist\u00eancia por parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Diante da ofensiva do Poder P\u00fablico para for\u00e7ar a realiza\u00e7\u00e3o dos estudos, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a organiza\u00e7\u00e3o de Direitos Humanos Terra de Direitos e a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) (BR 163 e Santar\u00e9m) protocolaram no dia 1\u00ba de abril documento no MPF denunciando a situa\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o e conflito iminente nas comunidades afetadas pelo projeto da UHE S\u00e3o Luiz do Tapaj\u00f3s. A carta solicita a suspens\u00e3o imediata de todos os estudos e trabalhos realizados no interior das comunidades e aldeias ind\u00edgenas, at\u00e9 que seja realizada consulta pr\u00e9via e informada, como prev\u00ea a Conven\u00e7\u00e3o169 da OIT.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Os afetados s\u00e3o aproximadamente 13 mil ind\u00edgenas da etnia Munduruku, localizados no alto Tapaj\u00f3s, no munic\u00edpio de Jacareacanga (PA). A previs\u00e3o \u00e9 de que cerca de 2 mil quil\u00f4metros de territ\u00f3rio ind\u00edgena, principalmente dos Munduruku, sejam inundados, al\u00e9m de outras 32 comunidades amaz\u00f4nicas que ser\u00e3o afetadas.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Lideran\u00e7a Munduruku e representante da Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena Pusuru, Waldel\u00edrio Manhuary conta que ele e outros representantes da etnia foram at\u00e9 Bras\u00edlia (DF) conversar com integrantes do governo federal sobre as consequ\u00eancias das hidrel\u00e9tricas. Diante do secret\u00e1rio-geral da Presid\u00eancia Gilberto Carvalho, e do ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, os Munduruku reafirmaram a posi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o aceitar as obras, mesmo com poss\u00edveis compensa\u00e7\u00f5es. Segundo Manhuary, a resposta dos representantes do governo veio incisiva, afirmando a realiza\u00e7\u00e3o do Complexo, independente da opini\u00e3o dos povos da regi\u00e3o.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Para a assessora jur\u00eddica da Terra de Direitos em Santar\u00e9m (PA), \u00c9rina Gomes, a falta de consulta \u00e0s comunidades afetadas faz com que os estudos para o licenciamento ambiental sejam o estopim dos conflitos entre governo, empresas e comunidades. \u201cApesar de todo mundo saber que o governo e as empresas pretendem construir a barragem, que o licenciamento ambiental est\u00e1 sendo feito, o espa\u00e7o de di\u00e1logo que proporcione que a comunidade participe n\u00e3o existe de uma forma democr\u00e1tica\u201d. A entrada de estranhos nos territ\u00f3rios das comunidades sem di\u00e1logos anteriores faz das pesquisas uma viola\u00e7\u00e3o do direito de informa\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o dos moradores.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<strong><font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Desenvolvimento x destrui\u00e7\u00e3o<\/font><\/font><\/strong><br \/>\n\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Em terras onde o Poder P\u00fablico \u00e9 historicamente ausente, onde grandes propriet\u00e1rios s\u00e3o sin\u00f4nimos de degrada\u00e7\u00e3o da natureza e a popula\u00e7\u00e3o tradicional \u00e9 ora ignorada, ora tratada como ex\u00f3tica, a chegada de megaprojetos e altos investimentos p\u00fablicos e privados gera grande desconfian\u00e7a. De uma hora para outra, direitos sempre renegados passam a ser propagandeados no pacote do desenvolvimento para a regi\u00e3o. S\u00e3o falsas e antigas promessas que tentam convencer as comunidades a aceitarem os impactos da usina S\u00e3o Luiz do Tapaj\u00f3s, que tem reservat\u00f3rio previsto em 722,25 km2.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t\u201c<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">A barragem \u00e9 anunciada como um processo de desenvolvimento, como a reden\u00e7\u00e3o dos problemas enfrentados pelas comunidades. As empresas se aproveitam da aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas, utilizam isso como instrumento a seu favor\u201d, analisa o integrante da coordena\u00e7\u00e3o nacional do MAB no Par\u00e1, Iury Paulino. Um dos principais desafios da resist\u00eancia, na leitura de \u00c9rina Gomes, \u00e9 romper com a hist\u00f3rica pr\u00e1tica da \u201ctroca do espelhinho\u201d, que restringe os direitos da popula\u00e7\u00e3o a benesses do estado e das empresas.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Os cerca de 800 ribeirinhos da comunidade Pimental, munic\u00edpio de Trair\u00e3o (PA), n\u00e3o aceitam o discurso do progresso e o enaltecimento dos benef\u00edcios trazidos pelas hidrel\u00e9tricas. Eles vivem \u00e0s margens do rio, na regi\u00e3o onde se pretende cravar o canteiro de obras da S\u00e3o Luiz do Tapaj\u00f3s. \u201cN\u00e3o tem dinheiro que pague a conviv\u00eancia na nossa comunidade. O desenvolvimento que n\u00f3s precisamos \u00e9 energia, melhorias na sa\u00fade, na educa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o \u00e9 preciso hidrel\u00e9trica no Tapaj\u00f3s para termos tudo isso\u201d, garante Luiz Matos de Lima, lideran\u00e7a comunit\u00e1ria de Pimental.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Dias antes de ter a comunidade invadida por 250 homens da For\u00e7a Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Waldel\u00edrio Manhuary, lideran\u00e7a Munduruku, mostrava preocupa\u00e7\u00e3o com a posi\u00e7\u00e3o impositiva do governo no processo de constru\u00e7\u00e3o do Complexo Hidrel\u00e9trico Tapaj\u00f3s: \u201cN\u00f3s n\u00e3o somos contra o desenvolvimento, mas o desenvolvimento dessa forma n\u00f3s somos contra, sim. Pra n\u00f3s, isso n\u00e3o \u00e9 desenvolvimento, isso \u00e9 uma destrui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<strong><font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">A hist\u00f3ria se repete<\/font><\/font><\/strong><br \/>\n\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Falando em promessas, a hist\u00f3ria da constru\u00e7\u00e3o das usinas de Tucuru\u00ed e Belo Monte t\u00eam muita semelhan\u00e7a com o projeto arquitetado para o rio Tapaj\u00f3s. M\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de trabalho no canteiro de obras, aumento da viol\u00eancia, tr\u00e1fico de pessoas para explora\u00e7\u00e3o sexual e trabalho escravo s\u00e3o alguns dos resultados pr\u00e1ticos de Belo Monte. \u201cO canto da sereia que o governo estava propagandeando l\u00e1 na regi\u00e3o j\u00e1 se desfez, os moradores j\u00e1 perceberam que o para\u00edso que foi prometido nunca vai ser entregue\u201d, aponta Marco Apolo Santana Le\u00e3o, presidente da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), que acompanha a resist\u00eancia \u00e0 hidrel\u00e9trica h\u00e1 anos.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Para o advogado, a obra gera problemas, destrui\u00e7\u00e3o, inseguran\u00e7a e aborrecimento para a popula\u00e7\u00e3o. Das mais de 40 mil pessoas atingidas, cerca de 80% s\u00e3o da cidade. Est\u00e3o previstos mais de 5.500 reassentamentos urbanos, mas at\u00e9 agora as fam\u00edlias n\u00e3o t\u00eam certeza de qual ser\u00e1 o tamanho da mudan\u00e7a. \u201cAs pessoas est\u00e3o preocupadas, porque o governo prometeu casas grandes, de tr\u00eas quartos, e agora est\u00e1 voltando atr\u00e1s. Existe uma revolta muito grande, seja da popula\u00e7\u00e3o urbana e at\u00e9 mesmo de comerciantes, pois j\u00e1 falam que a evolu\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica prometida tamb\u00e9m n\u00e3o ocorreu\u201d, afirma.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Constru\u00edda a partir da barragem no rio Tocantins, a hidrel\u00e9trica de Tucuru\u00ed \u00e9 uma das maiores obras de engenharia de Amaz\u00f4nia. Os estudos para a obra iniciaram em 1969, durante a ditadura militar, e ela foi inaugurada em 1984. Na avalia\u00e7\u00e3o de Marco Apolo, \u201co maior precedente hidrel\u00e9trico no Par\u00e1 \u00e9 a usina de Tucuru\u00ed\u201d. Segundo o advogado, contraditoriamente, at\u00e9 hoje centenas de comunidades localizadas \u00e0s margens da barragem est\u00e3o \u00e0s escuras, sem acesso \u00e0 energia el\u00e9trica. \u00cdndios Gavi\u00e3o da Montanha que foram realocados daquela regi\u00e3o ganharam a\u00e7\u00e3o judicial, mas a Eletronorte se recusa a pagar.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t\u201c<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">A hist\u00f3ria mostra que o governo est\u00e1 mentindo, que os efeitos dessa obra j\u00e1 s\u00e3o nocivos, e o mesmo movimento feito em Tucuru\u00ed, as mesmas desgra\u00e7as que aconteceram em Belo Monte, est\u00e3o sendo pouco a pouco introduzidas na regi\u00e3o do Tapaj\u00f3s\u201d, lamenta o advogado da SDDH.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<strong><font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Impacto ambiental<\/font><\/font><\/strong><br \/>\n\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Estudos do invent\u00e1rio hidrel\u00e9trico do rio Tapaj\u00f3s, liberados pela Eletrobras, d\u00e3o ind\u00edcios do tamanho do impacto ambiental do Complexo Hidrel\u00e9trico Tapaj\u00f3s. A \u00e1rea inundada no Parque Nacional da Amaz\u00f4nia pode chegar a 150Km2, equivalente a aproximadamente 20 campos de futebol; a Floresta Nacional (Flona) de Itaituba I pode sofrer inunda\u00e7\u00f5es de tr\u00eas das hidrel\u00e9tricas, com total de 9.632 ha; j\u00e1 a Flona Itaituba II sofreria inunda\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Luiz e Cachoeira do Ca\u00ed, com 40.836 ha, equivalente a 9,27% da Floresta Nacional; o Parque Nacional Jamanxim teria 24.204 ha inundados por tr\u00eas usinas; a Flona Jamanxim teria 15.060 ha inundados por duas hidrel\u00e9tricas.<\/font><\/font><\/p>\n<p>\t<font face=\"Arial, sans-serif\"><font size=\"3\">Para al\u00e9m dos parques e reservas florestais, a execu\u00e7\u00e3o das sete hidrel\u00e9tricas poder\u00e1 deixar embaixo d\u2019\u00e1gua 121,1 km2 da Terra Ind\u00edgena Munduruku, Terras Ind\u00edgenas Sai Cinza, S\u00e3o Martinho e Boca do Igarap\u00e9 Pacu. Pelo menos 32 comunidades ribeirinhas, de pequenos agricultores e pescadores artesanais, ser\u00e3o diretamente afetadas pelas obras. Somente a inunda\u00e7\u00e3o prevista para as hidrel\u00e9tricas de S\u00e3o Luiz do Tapaj\u00f3s e Jatob\u00e1, duas das sete que comp\u00f5em o Complexo Tapaj\u00f3s, cobrir\u00e3o de \u00e1gua 1.368 km2 de floresta, o que significa pelo menos duas vezes mais do que a \u00e1rea inundada por Belo Monte.<\/font><\/font><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enviar a For\u00e7a Nacional \u00e9 uma dura resposta do governo brasileiro \u00e0 resist\u00eancia dos povos amaz\u00f4nicos ao projeto de constru\u00e7\u00e3o de sete usinas nos rios Tapaj\u00f3s e Jamanxim A cidade de Itaituba, localizada no oeste do Par\u00e1, \u00e9 retrato da situa\u00e7\u00e3o urbana na regi\u00e3o. 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