{"id":569,"date":"2012-03-06T00:00:00","date_gmt":"2012-03-06T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/psol50.org.br\/arquivo\/2012\/03\/06\/revolucao-e-luta-sindical-no-egito\/"},"modified":"2012-03-06T00:00:00","modified_gmt":"2012-03-06T00:00:00","slug":"revolucao-e-luta-sindical-no-egito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psol50.org.br\/revolucao-e-luta-sindical-no-egito\/","title":{"rendered":"Revolu\u00e7\u00e3o e luta sindical no Egito"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><strong><a href=\"http:\/\/psol50.org.br\/blog\/2012\/03\/06\/revolucao-e-luta-sindical-no-egito\/egito3b\/\" rel=\"attachment wp-att-14106\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-14106\" src=\"http:\/\/psol50.org.br\/files\/2012\/03\/Egito3b.jpg\" alt=\"\" width=\"380\" height=\"253\" \/><\/a>*Por Aldo Sauda \u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A revolu\u00e7\u00e3o no Egito, que come\u00e7ou no dia 25 de janeiro de 2011 e esta longe de terminada, possui historias n\u00e3o contadas na grande imprensa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Todos sabem dos jovens, com internet e celulares modernos nas m\u00e3os, que participaram da derrubada do ditador eg\u00edpcio Hosni Mubarak. Infelizmente, a outra parte da historia, a dos milh\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras que atrav\u00e9s do instrumento da greve geral derrubaram o regime, \u00e9 muito pouco conhecida no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Se n\u00e3o fosse pela greve geral, que literalmente parou todo pa\u00eds, muito provavelmente Mubarak ainda seria presidente do Egito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A revolu\u00e7\u00e3o anti-neoliberal<br \/>\nalguns meses antes da revolu\u00e7\u00e3o, toda a imprensa e burguesia internacional olhava para o Egito como um grande exemplo para o mundo. Seu PIB (Produto Interno Bruto), considerado principal \u00edndice medidor da economia, crescia por volta de 7% ao ano. De longe, o pa\u00eds parecia uma maravilha. Por\u00e9m, enquanto a economia crescia e a burguesia ficava mais rica, os trabalhadores, que viram quase todos seus direitos desaparecer durante estes mesmos anos, foram apenas se empobrecendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A ditadura eg\u00edpcia, com ajuda do governo norte-americano, privatizou boa parte da economia do pa\u00eds. Se antes a economia era quase inteiramente estatal, os anos 2000 viram o Egito se juntar \u00e0s outras economias neoliberais do mundo. Em pouco tempo, aquilo que antes era de todos passou para as m\u00e3os de alguns.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m de privatizar, a ditadura tamb\u00e9m retirou direitos b\u00e1sicos do trabalhador, como o salario m\u00ednimo e garantias de aceso a servi\u00e7os p\u00fablicos. O projeto dos grandes empres\u00e1rios e do capital internacional eram claros; transformar o Egito na China africana: um pa\u00eds sem direitos sociais dirigido pelo grande capital internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De greve em greve, por dentro e por fora dos sindicatos<br \/>\nO acenso dos trabalhadores eg\u00edpcios, que eventualmente culminou na derrubada do regime, teve in\u00edcio entre os oper\u00e1rios da industria tecel\u00e3 em 2006. Revindicando o pagamento de b\u00f4nus atrasados e melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, a greve vitoriosa dos tecel\u00f5es foi a primeira grande mobiliza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora no pa\u00eds ap\u00f3s d\u00e9cadas de descenso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para controlar o operariado, o governo eg\u00edpcio fazia com que todos os sindicatos do pa\u00eds fossem dirigidos por sindicalistas pelegos, ligados ao partido do governo. O controle dos sindicatos se dava pela central sindical ligada ao partido do governo, que era a \u00fanica permitida a funcionar antes da revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Foi a partir da organiza\u00e7\u00e3o de greves por fora da estrutura sindical que a classe trabalhadora eg\u00edpcia iniciou o ascenso politico que derrubou Mubarak. A greve dos tecel\u00f5es em 2006 \u00e9 um exemplo perfeito disto. Enquanto a dire\u00e7\u00e3o pelega se colocou contra a greve, os trabalhadores e suas verdadeiras lideran\u00e7as decidiram parar as f\u00e1bricas independente da vontade da dire\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De 2006 a 2011, a quantidade de greves no Egito foi dobrando de ano em a no. Petroleiros, Qu\u00edmicos, Portu\u00e1rios, servidores p\u00fablicos, professores e trabalhadores da sa\u00fade, foram, de ano em ano, aumentando cada vez mais suas mobiliza\u00e7\u00f5es. Em setembro de 2010, alguns meses antes do inicio da revolu\u00e7\u00e3o, a classe trabalhadora eg\u00edpcia j\u00e1 organizava a maior mobiliza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores de toda a historia do mundo \u00e1rabe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O exemplo da Tun\u00edsia<br \/>\nQuando o povo da Tun\u00edsia, tamb\u00e9m com participa\u00e7\u00e3o central do movimento oper\u00e1rio de l\u00e1, derrubou em menos de um m\u00eas o ditador tunisiano Ben Ali, todos os pa\u00edses \u00e1rabes pararam para assistir. A mensagem enviada da Tun\u00edsia, que sofria dos mesmos problemas econ\u00f4micos que o Egito, foi clara. O povo organizado na rua consegue derrubar qualquer governo que quiser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No dia 25 de J aneiro de 2011, 11 dias depois da derrubada do ditador da Tun\u00edsia, a juventude eg\u00edpcia, cansada de desemprego, baixos sal\u00e1rios, pobreza e injusti\u00e7a social, tomou as ruas do Cairo, capital do pa\u00eds, para derrubar o ditador Hosni Mubarak.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Do dia 25 ao dia 28, o pa\u00eds foi marcado por embates campais entre os jovens e a policia. Todos os dias, milh\u00f5es tomaram as ruas para protestar contra o regime corrupto. Delegacias foram incendiadas, carros de policia queimados e os presos pol\u00edticos soltos das pris\u00f5es pelo povo. O Egito iniciava uma revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As lutas na rua, por\u00e9m, n\u00e3o foram o suficiente para derrubar a ditadura. Manifesta\u00e7\u00f5es de massa e o enfrentamento com a policia s\u00e3o instrumentos pol\u00edticos importantes, mas sem que se pare o todo da economia de um pa\u00eds, dificilmente uma revolu\u00e7\u00e3o se faz vitoriosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A greve geral<br \/>\nOs trabalhadores eg\u00edpcios, que junto com os estudantes e jovens desempregados se manifestavam quase todos os dias, iam aos protestos, inicialmente, enquanto indiv\u00edduos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Foi apenas ap\u00f3s quase uma semana de protestos, que os trabalhadores viram que a revolu\u00e7\u00e3o pouco se diferenciava de suas lutas do dia a dia por melhores condi\u00e7\u00f5es de vida. A partir da\u00ed, deixaram de agir enquanto indiv\u00edduos lutando contra o sistema para agirem enquanto classe social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No dia 2 de fevereiro, a lideran\u00e7a operaria, que pelo lado de fora dos sindicatos pelegos vinha organizando a luta dos trabalhadores, decidiu fundar uma central sindical independente dos patr\u00f5es e do gov erno. Logo em seguida, declararam a greve geral. O objetivo da greve era claro; fim do regime ditatorial, da central pelega ligada ao partido do governo e do neoliberalismo no Egito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Frente a mobiliza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora, a burguesia, junto aos militares, viram que a situa\u00e7\u00e3o no Egito era insustent\u00e1vel. Ou sacrificavam Mubarak, entregando o anel, ou correriam o risco de perder toda a m\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A alian\u00e7a da juventude com os trabalhadores podia muito bem atingir os soldados e jovens oficiais do exercito. A possibilidade de que os soldados voltassem as suas balas contra Mubarak seus generais, avan\u00e7ando ainda mais a revolu\u00e7\u00e3o, aterrorizou a burguesia e os generais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No dia 11 de fevereiro de 2011, sob temor do avan\u00e7o da revolu\u00e7\u00e3o, os generais eg\u00edpcios depuseram o ditador Hosni Mubarak.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apear dos trabalhadores e dos jovens n\u00e3o terem assumido o poder, a derrubada do ditador, mesmo que por seus antigos aliados, foi uma vitoria hist\u00f3rica pra classe trabalhadora \u00e1rabe!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A luta continua!<br \/>\nApesar das promessas dos generais de entregar o poder para o povo, a classe trabalhadora eg\u00edpcia, ao lado da juventude, sabe de que lado esta a junta militar que agora governa o pa\u00eds. Junto a burguesia e os religiosos isl\u00e2micos, o exercito tem se mobilizado para impedir o avan\u00e7o da revolu\u00e7\u00e3o. Enquanto dizem estar ao lado do povo, reprimem os jovens e atacam as greves, que n\u00e3o param de crescer no Egito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s a queda de Mubarak, a nova central que organizou a greve geral passou n\u00e3o s\u00f3 a crescer exponencialmente na base, como a ganhar diversos sindicatos, at\u00e9 ent\u00e3o controlados pelos pelegos. Hoje, um ano ap\u00f3s a revolu\u00e7\u00e3o, a nova central possui mais de 2 milh\u00f5es de trabalhadores em sua base.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O m\u00eas de setembro de 2011, foi um m\u00eas particularmente positivo para a classe trabalhadora. Uma serie de greves, organizadas pela nova central, parou o pa\u00eds. As greves de setembro foram as primeiras a contar com um processo real de coordena\u00e7\u00e3o nacional, conseguindo paralisar por volta de 700 mil trabalhadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O m\u00eas de setembro viu professores exigindo aumento salarial, portu\u00e1rios exigindo melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, trabalhadores do transporte exigindo o fim dos contratos tempor\u00e1rios&#8230; enfim, a classe trabalhadora exigindo seus direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A revolu\u00e7\u00e3o no Egito e principalmente a organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora, representa as esperan\u00e7as de todo o Oriente M\u00e9dio pela constru\u00e7\u00e3o de um novo mundo, sem oprimidos nem opressores. Para isto, por\u00e9m, muito trabalho de organiza\u00e7\u00e3o da classe ainda ser\u00e1 necess\u00e1rio. Novas batalhas vir\u00e3o, tanto contra a burguesia e os militares, que continuam no poder, como contra o imperialismo americano e europeu. A luta, ou melhor, a revolu\u00e7\u00e3o, continua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=WarEZxFq9HQ&amp;feature=player_embedded\"><strong>Clique aqui e assista aqui a mobiliza\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>*Aldo Sauda &#8211; \u00e9 jornalista brasileiro. Vive no Cairo desde in\u00edcio dos protestos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>**Fonte: Intersindical<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*Por Aldo Sauda \u00a0\u00a0 A revolu\u00e7\u00e3o no Egito, que come\u00e7ou no dia 25 de janeiro de 2011 e esta longe de terminada, possui historias n\u00e3o contadas na grande imprensa. Todos sabem dos jovens, com internet e celulares modernos nas m\u00e3os, que participaram da derrubada do ditador eg\u00edpcio Hosni Mubarak. 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