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#SaídaPelaEsquerda: A participação do PSOL na jornada de lutas de 31 de março

O PSOL esteve em peso nas manifestações do dia 31 de março, em todas as capitais do país e em várias outras grandes cidades. Juntamente com organizações que compõem a Frente Povo Sem Medo, a militância do partido foi às ruas reafirmar sua posição contra o impeachment e as políticas do atual governo, de ajuste fiscal e retirada de direitos sociais e trabalhistas. Em todas as bandeiras e falas, as lideranças do PSOL ressaltaram que a saída para a crise está à esquerda: com mais investimento em pautas sociais, taxação de grandes fortunas e aprofundamento da democracia.

Em Brasília, onde ocorreu a maior manifestação da jornada de lutas em defesa da democracia, o presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, ao falar para os cerca de 100 mil pessoas que lá estiveram, cobrou coerência do governo petista, que hoje paga um alto preço pelas alianças e opções feitas nos últimos anos, mas também denunciou as manobras em curso da direita. Nessa linha, Araújo reafirmou a posição do partido em defesa da democracia e contra a ofensiva da direita e o ajuste fiscal do governo. “Não estou aqui pela Dilma e seu governo, mas pela democracia”, disse Luiz, ressaltando a posição do PSOL por uma saída à esquerda da crise.

Leia mais: Atos pela democracia e contra o ajuste fiscal reúnem mais de 700 mil pessoas em todo o país

Outras lideranças do partido que participaram do ato na capital federal também falaram com a equipe de comunicação do PSOL. Confira abaixo.

Luiz Araújo, presidente nacional do PSOL

 

 

Jorge Paz, ex-candidato à vice-presidência da República

 

 

Débora Camilo, membro da Executiva do PSOL-SP

 

 

Toninho do PSOL, presidente do PSOL-DF

 

 

 

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