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Bancada do PSOL assina denúncia contra apartheid de Israel a palestinos e cumplicidade de Bolsonaro

Um grupo de parlamentares brasileiros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal que integram a Frente Parlamentar Mista pelos Direitos do Povo Palestino, entre eles os deputados do PSOL na Câmara, publicou uma carta manifestando “preocupação, repulsa e condenação” aos atos de guerra do Estado de Israel contra populações civis de palestinos em Gaza, na Cisjordânia e nos territórios atribuídos a Israel.
No documento, dezenas de parlamentares de nove partidos diferentes denunciam o apartheid contra os palestinos, pedem sanções a Israel e se comprometem a se opor aos acordos com Israel atualmente em trâmite com o Brasil.
As agressões na região vêm se acirrando desde que colonos de extrema-direita praticaram invasões, saques, violência e apropriações ilegais de propriedades no bairro árabe de Sheikh Jarrah, além das violações inaceitáveis em todos os aspectos à Mesquita de Al-Aqsa e à Igreja do Santo Sepulcro, na cidade ocupada de Jerusalém.
Desde a noite de 10 de maio, aviões de guerra de Israel vêm praticando ataques criminosos e lançando bombas em áreas residenciais, deixando um elevado saldo de civis mortos e feridos, entre eles mulheres e crianças, além da destruição de casas, prédios de apartamentos e escritórios de órgãos de imprensa como Al-Jazeera e Associated Press, assim como escolas e pontos comerciais.
“Repudiamos os laços econômicos, militares e políticos do governo brasileiro com estas violações, assumindo o compromisso de atuar para que esta cumplicidade não se aprofunde ainda mais, através de acordos como os enviados pelas Mensagens 371 e 556 de 2019”, diz o documento.
O Brasil já reconheceu o Estado Palestino com as fronteiras de 1967 em 2010, e todos os chefes de Estado que abriram a Sessão da Assembleia Geral da ONU se posicionaram pelo fim dos conflitos na Palestina, tendo como base o respeito ao Direito Internacional, os Direitos Humanos e a busca da paz entre os povos da região.

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