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Bancários aceitam proposta e encerram greve de 31 dias

Nesta quinta-feira (06/10), bancários de empresas públicas e privadas aceitaram a proposta oferecida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e encerraram a greve após 31 dias. Foram mais de dez rodadas de negociações e a paralisação já é a mais longa desde 2004. O acordo garante aos trabalhadores reajuste de 8%, ainda abaixo da inflação de 9,62%, reajuste de 15% no vale-refeição, 10% de reajuste no auxílio-creche e abono salarial de R$ 3500. A categoria lutava por ganho real de 5% além da inflação, 14º salário e aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Em Brasília, o acordo com a Fenaban foi aceito por todos os bancos. Os trabalhadores da Caixa Econômica Federal de São Paulo, Rio de Janeiro, Amapá, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Norte, porém, rejeitaram a proposta. Eles haviam apresentado ao Comando Nacional dos Bancários uma proposta que reivindicava, dentre outros pontos, abono dos dias de greve. A categoria também lutava pelo fim das privatizações e melhoria nas condições de trabalho.

Durante as negociações, os patrões tentaram colocar na conta do trabalhador os prejuízos da crise econômica, embora os bancos tenham aumentado seus lucros durante o período. Novas assembleias com os bancários que rejeitaram a proposta devem ocorrer nesta sexta-feira e no final de semana.

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