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Construir uma saída urgente para a crise em defesa do povo brasileiro

O pânico nas bolsas de valores em todo o mundo é a expressão mais visível de uma crise que se desenha há meses e que agora é potencializada pela epidemia de coronavírus e pela guerra de preços no mercado de petróleo.

A economia nacional, fragilizada por dois anos de depressão e três de estagnação, mostra sua vulnerabilidade. Reformas regressivas em áreas sociais, privatizações, desmonte do BNDES, quebra da capacidade de investimento da Petrobrás, irresponsabilidade na área ambiental, que dizima recursos naturais e empregos, o crescente endividamento das famílias com os bancos e o seu empobrecimento, agravam a crise econômica e deixam o Brasil a mercê das oscilações globais. A fuga de capitais nos primeiros dois meses do ano supera a saída total de 2019. A rápida e forte desvalorização do real ante o dólar queima nossas reservas, compromete parte da indústria que depende da importação de insumos, peças e maquinários, muito embora o agronegócio e os exportadores de commodities se beneficiem da exportação. O ultraliberalismo de Paulo Guedes é incapaz de retirar o país da estagnação e prevenir efeitos desastrosos da crise atual.

Nosso país vive as agruras de um desmonte planejado pelas elites que promoveram o golpe parlamentar de 2016, penalizando sobretudo os mais pobres e vulneráveis.

Diante do descontrole anunciado, o governo prima pela irresponsabilidade. A desqualificação do presidente da República e de seu ministério ficam patentes. No meio da crise, o Estado tem de agir investindo, expandindo o crédito e assumindo o comando da atividade econômica. Mas não é isso que se vê por parte de Bolsonaro, que governa contra o Brasil.

Diante dessa situação dramática, como medidas de emergência o PSOL propõe:

1. Suspensão imediata da tramitação das reformas que desmontam o Estado e o sistema de proteção social;

2. Ampliação do investimento público já, em áreas com grande potencial de geração de empregos e forte efeito multiplicador;

3. Urgente liberação de benefícios sociais. Há 2 milhões de pessoas na fila do INSS e 3,5 milhões a espera do bolsa-família.

4. Reforma Tributária progressiva, desonerando o consumo das famílias e taxando os bilionários;

5. Imediata Revogação da emenda do teto de gastos, que estrangula os serviços públicos em saúde e educação, dentre outras áreas

É preciso enfrentar os interesses dos poderosos e reverter o ciclo de desmonte do Brasil. Com essas propostas, estaremos prontos para proteger os trabalhadores e trabalhadoras da crise que se aprofunda a cada dia.

Executiva Nacional do PSOL
Bancada do PSOL

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