O dia 25 de julho é celebrado como o Dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, além de aqui no Brasil também ser o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. É neste cenário que as deputadas negras do PSOL lançam o manifesto “Não ando só”, sobre a situação das mulheres negras no Brasil e seus processos de resistência no país.
O manifesto é assinado pelas deputadas federais Talíria Petrone (RJ) e Áurea Carolina (MG) e as deputadas estaduais Andreia de Jesus (MG), Dani Monteiro (RJ), Mônica Francisco (RJ), Renata Souza (RJ), Érica Malunguinho (SP), Mônica Seixas e Érika Hilton (SP, Bancada Ativista), Jô Cavalcanti, Kátia Cunha e Robeyoncé Lima (PE, Juntas Codeputadas).
O lançamento do manifesto será realizado em uma live-encontro às 16h desta sexta-feira (24) transmitida pelas páginas das próprias deputadas no Facebook, como parte da programação deste Julho das Pretas.
“Somos diversas e estamos em uma construção coletiva, pelas que vieram antes de nós e pelas que virão, para que não sejamos a exceção no parlamento”, começam na apresentação do manifesto.
“Queremos uma democracia que não se resuma ao voto a cada dois anos. Queremos uma democracia que não seja apenas o direito de falar, mas também o direito de ser escutado e de construir e decidir conjuntamente os rumos do país. O futuro é das mulheres e homens pretos, indígenas, das juventudes, do movimento LGBTQI+, o futuro é de todos que, a cada dia, se comprometem a romper com as desigualdades históricas sofridas pelo povo”, apontam as deputadas negras do PSOL como perspectiva para o futuro.


