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Dia nacional de lutas contra cortes de direitos para o país nesta quinta

Nesta quinta-feira (22/09), ocorre em cidades de todo o país um ato nacional contra a retirada de direitos trabalhistas, iniciada no governo de Dilma Rousseff e intensificada pelo ilegítimo Michel Temer. Com o lema Nenhum Direito a Menos, o dia de luta contará com paralisações, passeatas e assembleias na porta de empresas. A ação é organizada pelas Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, por centrais sindicais, como a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, CSP-Conlutas e CUT, além de outros movimentos sociais e sindicais. O objetivo é preparar as diversas categorias dos setores público e privado para a deflagração de uma greve geral em todo o país.

Em São Paulo, onde deve ocorrer o maior ato, a concentração começa às 10h, na frente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesp), na Avenida Paulista. Às 15h, começa uma nova concentração no MASP, onde ocorrerá assembleia dos professores da rede pública estadual. A saída está prevista para às 16h.

Dentre as reivindicações dos movimentos estão a derrubada da PEC 241, que cria um limite de investimentos públicos em áreas como saúde e educação por 20 anos. Os grupos criticam ainda a reforma da previdência, a reforma trabalhista e a ampliação das privatizações em vários setores. Alguns estados estão pautando também a entrega do controle do pré-sal a ao setor privado, incluindo multinacionais estrangeiras, conforme previsto no Projeto de Lei do Senado 4567/2016, do senador José Serra (PSDB-SP).

O objetivo é articular uma greve geral nos próximos meses. A Fasubra, que reúne os técnicos administrativos das universidades, aprovou a pauta em sua Plenária Anual, no início do mês.

Segundo Edson Carneiro, Secretário Geral da Intersindical, a maioria das centrais sindicais está lutando pela greve. Ele explica que como muitas categorias estão envolvidas, é normal que o processo de construção do movimento seja trabalhoso. “O serviço público tem uma dinâmica, o setor privado tem outra, então na opinião da Intersindical essas paralisações e manifestações do dia 22 devem servir para alavancar a greve geral”.

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