Luiz Araújo é o presidente nacional do PSOL até o fim deste ano, quando será substituído por Juliano Medeiros, eleito em nosso 6º Congresso nacional. Professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília e grande referência do debate sobre financiamento da educação pública brasileira, ele esteve presidente entre o fim de 2013 e 2017 – e como membro da Executiva Nacional por 11 anos.
Em suas duas gestões à frente do partido, Luiz coordenou uma campanha à Presidência da República, em 2014, uma municipal, em 2016, ajudou na condução do partido durante o golpe parlamentar dado no Brasil e as lutas de resistência que se seguiram.
Nessa entrevista, dividida em três partes, ele avalia esses anos como presidente e aponta perspectivas para o futuro. Assista:
Qual o seu balanço dos quatro anos em que esteve como presidente do PSOL?
O 6º Congresso Nacional do PSOL foi um momento importante do partido, pois há muitas lutas e desafios na conjuntura. Qual a sua avaliação sobre os seus resultados?
Nesses quatro anos, o PSOL aprovou definitivamente as cotas de 50% de mulheres e 30% de negros e negras nas direções, incorporou diversos novos setores políticos e ampliou sua influência. Como você entende o novo momento do partido?

