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Estudantes da PUC-SP fazem ato contra violência policial

Em reação à truculência praticada na noite de ontem (21/03) pela Polícia Militar do governo de Geraldo Alckmin durante manifestação em defesa impeachment da presidenta Dilma Rousseff na porta da PUC-SP, estudantes da universidade promoveram hoje (22) um ato, no campus em Perdizes, zona oeste da capital paulista. Além de repudiarem a violência da PM, os estudantes também protestaram contra o posicionamento da universidade em relação aos fatos. “É uma vergonha que a PUC diga que apenas lamenta o ocorrido”, disse um dos organizadores da manifestação de hoje, o estudante de direito Vitor Bastos, 21 anos.

Durante a manifestação ocorrida na noite de ontem alguns alunos se incomodaram com o volume do carro de som levado para a porta da instituição, outros quiseram discutir por discordarem da opinião dos participantes do protesto. Sob a alegação de evitar o confronto entre os dois grupos, a Polícia Militar (PM) usou balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo contra os estudantes.

Para Bastos, a ação policial foi excessiva e desigual, apenas contra o grupo contrário ao impeachment. “A gente foi encurralado pela Polícia Militar. Enquanto eles atiravam gás lacrimogêneo de um lado, fecharam a passagem dos outros lados”, reclamou o jovem. Segundo ele, foram os manifestantes pró-impeachment que chamaram a PM para intervir na discussão entre os estudantes. “Eles estavam com o carro de som muito alto, inviabilizando que as aulas acontecessem”, acrescentou.

Leia a matéria completa na Agência Brasil.

Confia abaixo cenas da violência:

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