Foi sancionada, nesta quarta-feira (10), a lei que estabelece o hip-hop como patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. O projeto foi de autoria dos deputados estaduais Marcelo Freixo (PSOL) e Zaqueu Teixeira (PDT) e havia sido aprovado em 2017 na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj).
A nova lei garante que expressões como o rap, a dança break, o grafite e DJs possam realizar suas manifestações próprias, proibindo qualquer tipo de preconceito, seja cultural, racial, social ou mesmo administrativa.
O texto prevê, também, que sejam criadas regras restritivas para eventos do gênero diferentes de outras expressões artísticas. Além disso, a lei estabelece que os assuntos relativos relativos ao hip-hop deverão ser tratados prioritariamente pela Secretaria de Cultura, como forma de combater o preconceito institucional e a violência.
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