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Juliano Medeiros e Joana Mortágua divulgam a verdade sobre a política ambiental de Bolsonaro em Portugal

Em artigo publico nesta quarta-feira (27) no Diário de Notícias, um dos jornais de maior circulação em Portugal, o presidente nacional do PSOL Juliano Medeiros e a deputada do Bloco de Esquerda de Portugal Joana Mortágua desmentiram o recente artigo escrito pelos ministros Tereza Cristina (Agricultura) e Joaquim Leite (Meio Ambiente), que apresentaram a fantasiosa tese de que desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente caminhavam lado a lado no Brasil.

Para repor a verdade internacionalmente, o artigo alerta os europeus de que o governo Bolsonaro tem se destacado internacionalmente “pelo desmantelamento de direitos sociais, pela confessa simpatia por regimes autoritários, pelo negacionismo e, principalmente, pelo ataque sistemático às políticas de proteção ambiental no Brasil, uma das mais avançadas do mundo”.

“Os incêndios que chocaram o mundo e destruíram milhões de hectares de áreas preservadas são um retrato do governo Bolsonaro, que utilizou apenas 22% dos recursos destinados à preservação ambiental em 2021”, exemplificam os representantes do PSOL e do Bloco de Esquerda.

“Ao contrário do que afirmam Cristina e Leite, a expansão do agronegócio no Brasil não se baseia numa ‘agricultura sustentável do futuro para cumprir as suas metas climáticas e de desenvolvimento’, mas na cumplicidade entre poder político e crimes ambientais”, continuam.

“Foi por isso que Bolsonaro transferiu o Serviço Florestal Brasileiro do Ministério do Meio Ambiente para o Ministério da Agricultura. Foi por isso também que flexibilizou as multas por crimes ambientais, extinguiu o bilionário Fundo da Amazônia, que financiava mais de uma centena de projetos de proteção da Amazónia, perseguiu fiscais ambientais e desprotegeu os povos indígenas, defensores naturais daquelas terras”, enumera o artigo entre tantas outras iniciativas do governo Bolsonaro para facilitar a vida de criminosos ambientais.

“Bolsonaro ainda autorizou centenas de agrotóxicos proibidos em países da União Europeia e nos Estados Unidos, autorizou o leilão de sete blocos de extração de petróleo localizados em áreas de alta sensibilidade ambiental e tem apoiado as propostas de exploração mineral predatória e redução das áreas indígenas. Os impactos dessas decisões sobre as populações afetadas são imensuráveis”, lista ainda o artigo.

“Quando nos aproximamos de mais uma edição da Conferência do Clima, desta vez realizada na Escócia, o governo brasileiro procura melhorar sua imagem e mitigar os desastrosos efeitos das suas políticas anti-ambientais”, alertam.

“Quem viu a Amazónia a arder sabe que não passa de propaganda. Não podemos permitir que aqueles que promoveram a destruição ambiental possam, agora, passar por aliados contra a emergência climática”, conclui o artigo.

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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