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Juliano Medeiros: “O Brasil precisa de uma CPI pra valer”


Em artigo para o IREE (Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa), o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, fala sobre a CPI da pandemia, que deve iniciar seus trabalhos nos próximos dias no Senado Federal. Ele trata sobre como, por meio de uma CPI séria, é possível ter ferramentas para o impeachment de Bolsonaro.
“A instalação acontece contrariando a vontade do presidente do Casa, senador Rodrigo Pacheco, que vinha ignorando o que determina o regimento do Senado Federal para – a exemplo de seu colega na Câmara dos Deputados, Artur Lira – manter engavetado o requerimento da CPI, apesar deste cumprir todas as exigências legais”, explica o presidente do PSOL.
A CPI deve investigar o comportamento irresponsável de Bolsonaro na condução da pandemia no Brasil, desrespeitando todas as orientações de autoridades sanitárias, além das suspeitas de superfaturamento na produção de hidroxicloroquina por parte do Exército, além das mortes produzidas pelo uso desse e de outros medicamentos no chamado “tratamento precoce” recomendado pelo Ministério da Saúde. A incompetência do governo na crise de Manaus, “se isentando da responsabilidade de adquirir estoque de oxigênio para pacientes em estado crítico, colaborou para centenas de mortes”, relembra Medeiros.
“É verdade, a CPI não é uma comissão de impeachment, nem está julgando Bolsonaro. Mas ela é o primeiro instrumento minimamente livre das amarras impostas pelo acordo entre o governo e os deputados do chamado “Centrão”. Para ser uma CPI digna desse nome, tem de ser pra valer: precisa ir a fundo nos crimes cometidos pelo presidente e criar as condições para o impeachment. Só assim ela terá cumprido sua missão”, conclui Juliano.

Leia o artigo na íntegra aqui.

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