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Por iniciativa de Chico Alencar, Câmara realizará audiência pública sobre circunstância de morte durante a ditadura

A Subcomissão da Memória, Verdade e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou requerimento do deputado Chico Alencar, do PSOL do Rio de Janeiro, para que seja realizada audiência pública com o objetivo de tratar das circunstâncias da morte do professor Anísio Teixeira, durante a ditadura militar (1964-1985).

Anísio Teixeira foi um dos maiores educadores da história do Brasil e deixou um importante legado em defesa da democratização do acesso à educação pública, gratuita, universal, laica e de qualidade. Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.
 
“Sou contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande maioria da população em estado de analfabetismo e ignorância”, é uma das frases que define bem o pensamento de Anísio Teixeira sobre a educação.
 
Em 14 de março de 1971, Anísio foi encontrado morto num fosso de elevador, no Rio de Janeiro. Apesar de a perícia ter afirmado, à época, que a morte foi acidental, há indícios de que Anísio teria sido, na verdade, vítima da repressão militar.
 
A data da audiência ainda será definida.

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