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Por iniciativa de Jean Wyllys, Comissão de Direitos Humanos cobrará mudança de atitude das polícias do Rio de Janeiro

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 26, requerimento do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) para que seja realizada uma diligência de parlamentares para averiguar denúncias de violações de direitos humanos e de desvios de conduta praticados por policiais no Estado do Rio de Janeiro.

“Vamos cobrar da segurança pública do Estado políticas públicas e ações efetivas que levem as polícias a agirem em defesa de toda a população igualmente e minimizem a ação seletiva que ainda leva alguns agentes de segurança a tratar pobres e negros, em particular, com violência, desrespeito e descaso, ao contrário dos moradores de bairros nobres da cidade”, afirmou Jean Wyllys.

A proposta é de que membros da CDHM façam um debate com o secretário de Segurança Pública do RJ, José Mariano Beltrame, o comandante-geral da Polícia Militar-RJ, coronel José Luis Castro Menezes, e o corregedor da Corregedoria Geral Unificada da Secretaria de Segurança do RJ, Giuseppe Italo Brasilino Vitagliano.

O deputado citou casos recentes sobre a conduta de agentes de segurança: “A covardia que aconteceu com Claudia Silva Ferreira, baleada, atirada em um porta-malas de uma viatura e arrastada pelo asfalto; o abuso de autoridade policial e a violação da liberdade de imprensa contra o Filipe Peçanha, midiativista do Mídia Ninja, preso arbitrariamente ao registrar abuso policial contra adolescentes da periferia; e a prisão de viés racista e também arbitrária do ator Vinícius Romão, são apenas três, dentre inúmeros outros casos que não temos conhecimento, que mostra o despreparo das polícias no exercício das suas funções, fato que vitimiza e atinge, especialmente e de forma violenta e arbitrária, a população pobre, negra, moradora das periferias, bem como profissionais da imprensa e mídia alternativa”.

Jean Wyllys destacou que nas polícias civil e militar existe agentes competentes, que agem com respeito à cidadania e aos direitos humanos, mas alertou que também há uma “mancha de agentes que ainda refletem o modelo classista e fascista”.

 

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