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Presidente do PSOL-SP critica conservadorismo de Fernando Holiday, do MBL

Em artigo publicado no site da revista Fórum, o presidente do PSOL-SP e militante do Círculo Palmarino, Joselício Júnior, critica a postura do vereador de São Paulo eleito pelo DEM e representante do MBL, Fernando Holiday. Além de questionar as posturas ultra conservadoras do jovem político que, nos últimos dias saiu pelas escolas municipais de São Paulo para “fiscalizar” se há doutrinação ideológica, o dirigente do PSOL também aponta as contradições de suas ações. “O primeiro desafio do vereador foi explicar para a classe média que o elegeu, com um discurso de ética na política, e para a grande mídia, a prática de caixa 2 em sua campanha. O auge dessa polêmica foi o bate-boca ao vivo na Rádio Bandeirantes com Fabio Pannunzio, onde o jornalista teve uma atitude nitidamente racista. O próprio vereador reconheceu que estava sofrendo aquela perseguição por ser negro e gay. Holiday é vítima, e ao mesmo tempo refém, da pauta que ele diz combater”, afirma trecho do artigo.

Recentemente as vereadoras do PSOL Isa Penna e Sâmia Bonfim também criticaram o vereador do MBL  pela sua empreitada em defesa do programa Escola Sem Partido, considerando a atitude intimidatória diante de alunos e professores. O presidente do PSOL-SP lembra que tal postura provocou reação até mesmo de aliados de Holiday, que fazem parte da base de apoio ao governo de João Dória. “Mesmo mantendo firme a sua jornada na luta a favor da Escola Sem Partido e no alto da sua arrogância, Fernando sentiu que a vida é dura, não é tão simples fazer uma transição mecânica do mundo virtual para o mundo real. Falar o que bem entende na internet é fácil, mas a realidade é muito mais complexa e mesmo na divergência existe o limite do respeito e da sensatez”.

Joselício destaca, ainda, que a ação do vereador é ideológica, calcada em valores conservadores, “de manutenção da ordem social que não deseja o pensamento crítico ou qualquer questionamento à estrutura social estabelecida, que é totalmente desigual, racista, machista, lgbtfóbica”. Segundo ele, a postura do representante do MBL faz parte de um projeto maior, que tem sido imposto pelo governo ilegítimo de Michel Temer, o mesmo que conseguiu aprovar uma reforma no ensino médio voltada aos interesses do mercado. “Neste sentido, Holiday é apenas uma pequena engrenagem nesse processo mais amplo que vem encontrando eco com a ascensão de grupos de extrema direita. A reação da sociedade contrária a essa posição é fundamental, fazer essa disputa de narrativa é uma tarefa urgente”.

Confira o artigo completo aqui.

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