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Projeto de Erika Hilton (PSOL) propõe equiparar “cura gay” ao crime de tortura

A deputada federal do PSOL Erika Hilton apresentou um projeto de lei na última quinta-feira (19) para equiparar as “terapias de conversão sexual”, popularmente conhecidas como “cura gay”, ao crime de tortura.

O projeto foi protocolado dias depois da morte da influenciadora Karol Eller, encontrada morta em 12 de outubro depois de cair do prédio onde morava, em São Paulo. Ela teria frequentado um “retiro de conversão da homossexualidade” promovido pela igreja Assembleia de Deus de Rio Verde, em Goiás, pouco tempo antes de morrer.

O projeto apresentado por Erika Hilton prevê que o tratamento de “cura gay” passe a ser considerado crime inafiançável, com pena de reclusão de dois a oito anos. O PL também pede que servidores públicos que participem, liderem ou realizem essa prática percam seus cargos.

“Pessoas LGBTQIA+ não estão doentes. E um suposto profissional da saúde mental ou liderança religiosa que diz ser capaz de mudar a orientação sexual de alguém, na verdade, só é capaz de realizar um espancamento psicológico até que a vítima negue a si mesma”, explicou Erika Hilton nas redes sociais ao anunciar seu projeto.

“Não vamos aceitar que pesoas LGBTQIA+ continuem tendo a vida destruída pra que fundamentalistas continuem, impunemente, tentando adequá-las aos seus preconceitos”, conclui a deputada.

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