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PSOL cobra providências após Brasil ficar de fora de acordo mundial de combate às fake news assinado por mais de 130 países

A bancada do PSOL na Câmara protocolou ofícios para o senador Ângelo Coronel, que preside a CPMI das Fake News, e para o chanceler Ernesto Araújo, do Ministério das Relações Exteriores, pedindo que sejam tomadas providências imediatas para apurar os motivos da não adesão pelo Brasil ao compromisso de mais de 130 países de não disseminar desinformação durante a pandemia e “pressionar o governo federal para que se some no esforço mundial de combate às fakes news relacionadas à pandemia”.

O Brasil foi o único país sul-americano a ficar de fora da iniciativa mundial. No documento, os deputados do PSOL declaram ser “extremamente preocupante que o Governo Federal não se some ao esforço global de enfrentamento à desinformação que contribui para o agravamento da crise pandêmica no mundo”.

O texto, assinado por mais de 130 países, deixa claro o objetivo de qualquer Estado soberano e democrático: proteger a nação e seus cidadãos, com medidas e informações precisas, científicas, confiáveis e de qualidade.

“Preocupa-nos que tal recusa aconteça no momento em que a CPMI das Fake News, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) estejam tentando investigar e tomar medidas para investigar os casos de ‘infodemia’, conforme mencionado no acordo”, alertam as deputadas e deputados do PSOL.

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