Na semana passada, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, proferiu uma série de ofensas a internautas no Twitter que questionavam seus posicionamentos sobre a proclamação da República.
Ao exigir bom senso do ministro que chamava o fim da monarquia no país de “infâmia”, uma cidadã recebeu a seguinte resposta do atual responsável pela educação do Brasil: “Prefiro cuidar dos estábulos, ficaria mais perto da égua sarnenta e desdentada da sua mãe”.
O PSOL, através do líder da bancada do partido na Câmara, Ivan Valente, denunciou o ministro à Comissão de Ética da Presidência, por esse e outros oito tuítes, no mínimo, grosseiros. O órgão de fiscalização das atitudes de ministros e funcionários do governo tem o poder de recomendar a demissão de Abraham Weintraub.
O Código de Conduta da Alta Administração, régua da comissão para julgar ministros, manda as autoridades agirem com “moralidade” e “decoro”, e proíbe que “antipatias e caprichos” “interfiram no trato com o público”.

