Entre março e abril deste ano, o Exército produziu 1,25 milhão de comprimidos de Cloroquina 150 mg, a um custo de R$ 261,5 mil. Os números anteriores eram muito menores. De 2017 a 2019, a produção foi de 265 mil comprimidos, investindo R$ 55,6 mil.
Estes dados foram obtidos através de um requerimento de informação enviado pelo deputado Ivan Valente ao Ministério da Defesa nesta semana.
Se a média de março e abril de 2020 fosse aplicada aos últimos três anos, os militares teriam fabricado 22,5 milhões de comprimidos de Cloroquina 150 mg, de 2017 a 2019.
Na última quarta-feira (17), a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou que suspenderá, novamente, os ensaios clínicos com hidroxicloroquina contra a Covid-19. A OMS afirma que, segundo pesquisas científicas, a substância não reduz a mortalidade em pacientes internados com a doença.
Com informações da coluna de Guilherme Amado, da Revista Época


