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PSOL é o partido com mais parlamentares trans do Brasil

O PSOL é o partido com mais parlamentares trans de todo o Brasil. De 27 mandatos parlamentares capitaneados por pessoas trans, 5 deles são do PSOL. Isso sem contar a participação das covereadoras e codeputadas trans em mandatos coletivos do partido.

São 4 vereadoras trans do PSOL, eleitas em 2020, e uma deputada estadual, eleita em 2018.

Erika Hilton foi a mulher mais votada da cidade de São Paulo e de todo o Brasil nas eleições de 2020, com mais de 50 mil votos, tornando-se a primeira mulher trans a ser eleita para a maior Câmara Municipal do país. Nas eleições deste ano ela é pré-candidata a deputada federal pelo PSOL em SP.

Em Niterói (RJ), Benny Briolly também foi a mulher mais votada e a 5ª pessoa com mais votos da cidade. Um dos símbolos da luta contra a violência política no país, teve que sair do Brasil no ano passado por um período após seguidas ameaças de morte. Retornou e nas eleições deste ano é pré-candidata a deputada estadual no RJ, concorrendo a uma vaga na ALERJ pelo PSOL.

A pessoa mais votada para vereadora nas eleições de 2020 em Aracaju (SE) é do PSOL e mulher trans: Linda Brasil. Vereadora mais bem votada da cidade, foi a primeira mulher trans eleita na história da capital sergipana e tem seu mandato reconhecido como um dos mais atuantes da cidade.

Em Batatais, no interior de São Paulo, o PSOL também elegeu em 2020 Anabella Pavão como a 3ª mais votada da cidade.

E desde 2018, Erica Malunguinho é deputada estadual pelo PSOL em São Paulo, a primeira mulher trans a ser eleita para a história da ALESP. Em 2022, é pré-candidata a deputada federal pelo partido em SP.

Além delas, mandatos coletivos do PSOL pelo Brasil também têm codeputadas e covereadoras trans. Robeyoncé Lima, por exemplo, é codeputada das Juntas, mandato coletivo pioneiro que foi eleito em 2018 na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Carolina Iara, da Bancada Feminista, e Samara Sósthenes, do Quilombo Periférico, também representam o PSOL como covereadoras trans na Câmara Municipal de São Paulo.

A luta contra a violência política e as ameaças sistemáticas que as parlamentares trans, tanto do PSOL como de outros partidos, sofrem precisa continuar cada vez mais forte. Em 2022, precisamos de ainda mais pessoas trans eleitas por todo o Brasil para responder à violência com uma ocupação dos espaços de poder cada vez maior. Em 2022, vai ter trans deputada, sim!

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