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PSOL pede anulação da venda de carteira de crédito do Banco do Brasil a BTG Pactual por preço irrisório

O PSOL entra nesta semana com uma ação no Ministério Público Federal (MPF) para solicitar a investigação e anulação da operação de venda de uma carteira de crédito com valor de mercado de cerca de R$ 2,9 bilhões e que foi vendida por apenas R$ 300 milhões, pouco mais de 10% do valor real, pelo Banco do Brasil ao banco BTG Pactual.

Um dos sócio-fundadores do BTG Pactual é Paulo Guedes, atual Ministro da Economia e com ingerência nas decisões do Banco do Brasil. “Não é um trocadinho, são R$ 2,9 bilhões sendo entregues sem concorrência por R$ 300 milhões ao banco que Paulo Guedes foi sócio-fundador”, afirmou o deputado Glauber Braga.

O deputado recorda que a bancada do PSOL já havia enviado um requerimento ao Banco do Brasil cobrando explicações sobre a operação em julho, mas não obteve todas as respostas. “Não poderia o próprio Banco do Brasil fazer a recuperação desses créditos? Se tinha que entregar para outra empresa privada, qual foi o motivo de não se realizar uma licitação”, indagou o parlamentar.

A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) também pediu, ainda em julho, ao Tribunal de Contas da União (TCU) que a operação seja investigada. Foi uma das últimas transações feitas na gestão de Rubem Novas, que pediu demissão e criticou a cultura de corrupção de Brasília.

“Eles disseram que houve uma competição simplificada, mas aparentemente quem ficou sabendo foi só o BTG Pactual e as entidades citadas pelo governo, o que indica um direcionamento da operação”, conclui o parlamentar.

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