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PSOL pede investigação sobre vídeo que circula nas redes sociais defendendo golpe militar

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados enviou uma solicitação ao subprocurador-geral da República e coordenador da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), Carlos Alberto Vilhena, para investigar os autores de uma animação que circula nas redes sociais nos últimos dias que clama que a população ocupe as frentes dos quartéis para demandar intervenção militar e manipula os internautas chamando a Constituição de 1988 de “socialista”.

O material, identificado com a tag #intervencaomilitarcombolsonaronopoder, está em um canal no YouTube, além de circular em redes como Whatsapp e Telegram. O conteúdo já foi denunciado por internautas. Entre outras coisas, a peça fala de uma “necessidade de correção” da Constituição para liberar armamentos, proibir aborto e mudar parâmetros da prisão em segunda instância.

O vídeo compila, sem autorização, cartuns de artistas gráficos como Carlos Latuff e Laerte Coutinho, que já utilizou suas redes para pedir ajuda para denunciar o material, classificado como fascista.

A PFDC tem obrigação legal de iniciar ações referentes a esse material especializado e criminoso, em apoio à intervenção militar no Brasil. O ofício do PSOL na Câmara argumenta que, no atual contexto de crise político-institucional, em meio à maior pandemia da história do Brasil, grupos extremistas têm aproveitado para incitar ruptura institucional, atacar a democracia e defender a intervenção militar.

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