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PSOL, Rede e PT cobram abertura de processo contra Flávio Bolsonaro no Conselho de Ética do Senado

PSOL, Rede e PT protocolaram nesta quarta-feira (03), no Senado Federal, um ofício para cobrar que o Conselho de Ética abra processo contra Flávio Bolsonaro por quebra de decoro parlamentar. Há dois anos, os partidos apresentaram uma representação ao colegiado, que já foi aditada três vezes após o surgimento de novos fatos.

A iniciativa de agora, articulada pelo presidente do PSOL, Juliano Medeiros, ocorre após a divulgação de notícias sobre movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados pelo senador, por meio da compra de uma casa no valor de R$ 6 milhões.

A representação inicial, assinada pelos partidos e líderes de bancada, entre eles a deputada Talíria Petrone, foi apresentada no dia 19 de fevereiro de 2019, elencando uma série de desvios de conduta praticados por Flávio Bolsonaro, como sua relação com as milícias, o esquema montado dentro do seu gabinete de deputado estadual com a contratação de funcionários fantasmas e a prática da “rachadinha”, além da suposta prática de crimes como lavagem de dinheiro e outros.

O primeiro aditamento à representação ocorreu em 19 de maio, depois de denúncias de que o senador teria obtido acesso a informação privilegiada, através de informante do alto escalão da Polícia Federal sobre as investigações de “rachadinha” e de desvio de dinheiro público no seu gabinete no Rio de Janeiro, enquanto ainda era deputado.

Posteriormente, em 20 de junho de 2020, foi protocolado novo aditamento, em razão da prisão do ex-assessor do senador, Fabrício Queiroz, operador do esquema das “rachadinhas”. Mais recentemente, em 11 de dezembro de 2020, os partidos fizeram o terceiro aditamento, a partir de denúncias sobre o uso indevido da Abin pelo governo federal para auxiliar na defesa de Flávio Bolsonaro.

“Flávio Bolsonaro já está sendo investigado por lavagem de dinheiro através da compra e venda de imóveis e de uma loja de chocolates. Ao adquirir essa nova casa, ele dá um tapa na cara da sociedade demonstrando sua certeza de impunidade. O Senado precisa responder rápido e à altura”, cobra Juliano Medeiros, presidente nacional do PSOL.

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