A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados representa nessa terça-feira (21) contra a juíza Joana Zimmer, de Santa Catarina, no Conselho Nacional de Justiça e no Ministério Público Federal.
Zimmer enviou uma criança de 11 anos, grávida após ser vítima de um estupro, a um abrigo para impedir que ela tivesse acesso ao direito a interromper a gravidez. A cena explodiu nos últimos dias após publicação de reportagem do The Intercept Brasil.
O caso foi caracterizado como uma tortura contra a menina e revoltou o Brasil, gerando uma mobilização #CriançaNãoÉMãe. Confira algumas reações de deputadas do PSOL:
Criança não é mãe. Estuprador não é pai. E a Justiça não tem o direito de torturar uma menina de 11 anos e sua mãe, nem de impedir seu direito ao aborto legal. Que história revoltante!
— Sâmia Bomfim (@samiabomfim) June 21, 2022
A Justiça de Santa Catarina escolheu torturar uma menininha de 11 anos, ao impedir uma interrupção legal da gestação! Não existe barreira legal que limite o tempo de gestação pra interrupção da gravidez nos casos previstos em lei.
— Talíria Petrone (@taliriapetrone) June 21, 2022
Libertem a menina!
Aborto legal em caso de estupro é um direito.
Criança não é mãe.
Estuprador não é pai.
Abrigo não é prisão.
Juíza não deve ser carrasco.Libertem a menina!
— Fernanda Melchionna (@fernandapsol) June 21, 2022
Tempos sombrios os que estamos vivendo. Uma magistrada tentou impedir uma criança de interromper uma gestação, fruto de um estupro, e obstruir o direito da menina ao aborto legal. Basta de tanta violência!
— Luiza Erundina (@luizaerundina) June 21, 2022
Revoltante ter que dizer o óbvio! #AbortoLegal https://t.co/f6hTtFV1ke
— Vivi Reis (@vivireispsol) June 21, 2022

