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Resolução da Executiva Nacional do PSOL sobre a pré-campanha das eleições de 2026

Considerando que o Partido Socialismo e Liberdade no último período vêm se colocando na linha de frente no combate à extrema-direita no país e também contra os retrocessos promovidos pelo Centrão.

Considerando que o partido deve seguir lutando para que o programa que foi eleito nas urnas em 2022 seja efetivado.

Considerando a necessidade de levar pautas para a candidatura de Lula que são os eixos políticos do PSOL para o próximo período. O nosso papel é lutar para reeleger Lula Presidente com uma agenda de medidas que expressem as demandas do povo brasileiro, ajudem o país a derrotar definitivamente a extrema direita e sejam capazes de transformar indignação em entusiasmo à exemplo da campanha contra a escala 6×1.

Considerando que sem alterar a composição do Congresso, qualquer projeto popular continuará submetido ao mercado e aos privilégios, o PSOL assume como tarefa a luta para ampliar a representação de deputados e deputadas comprometidos com a luta socialista e as causas populares.

Considerando o PSOL como partido necessário como alternativa à esquerda e, portanto, é fundamental priorizarmos a superação da cláusula de barreiras nas eleições deste ano. Considerando o PSOL como um partido indispensável da esquerda brasileira, a superação da cláusula de barreira deve ser prioridade absoluta nestas eleições. Garantir o desempenho mínimo exigido significa manter acesso a recursos, tempo de TV e estrutura nacional, além de preservar uma bancada combativa no Congresso, condição essencial para que o nosso partido siga existindo com plenos direitos.

Considerando a oportunidade histórica de eleger uma senadora do partido no Rio Grande do Sul, pelo seu posicionamento nas pesquisas eleitorais e por já ter recebido o apoio de toda a esquerda gaúcha, o fortalecimento e a priorização da pré-campanha de Manuela D’Ávila devem ser assumidos como tarefa estratégica central do partido.

Devemos nos preparar para enfrentar as eleições de 2026 e para isso o partido deve apostar no financiamento e apoio às pré-campanhas que ajudem o partido a bater a cláusula e ampliar a sua bancada federal e estadual.

Neste sentido, além de uma prioridade na pré-candidatura de Manuela D’Ávila que tem chances efetivas de conquistar uma vaga ao Senado pelo PSOL, devemos ter uma tática global e partidária de investimento da pré-campanha seguindo a seguinte ordem de prioridade:

1) Estados em que a federação ultrapassou a cláusula, mas há risco de não ultrapassarem nas eleições de 2026 e que precisam de atrair figuras externas para conseguir completar o feito.

2) Estados em que a federação ultrapassou a cláusula, mas há risco de não ultrapassarem nas eleições de 2026 por conta da montagem chapa federal.

3) Estados em que a federação ultrapassou a cláusula e há chances de ampliação da bancada federal e senado.

4) Estados em que a federação não ultrapassou a cláusula, mas que há chances de atração de figuras que contribuiriam para o cumprimento da cláusula.

A base para orientar os pontos acima elencados deve ser o trabalho sistematizado pelo Grupo de Trabalho Eleitoral e a conclusão de uma proposta deve se dar até a realização do próximo Diretório Nacional.

Executiva Nacional do PSOL
11 de fevereiro de 2026

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