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Resolução eleitoral da Executiva do PSOL: Por um Congresso do Povo, para enfrentar a extrema-direita

A Executiva Nacional do PSOL aprovou nesta segunda (3) uma resolução eleitoral que começa a definir as diretrizes do partido para as eleições de 2026. O documento reafirma o compromisso da legenda em derrotar a extrema-direita, com o objetivo de ampliar a bancada da esquerda no Congresso Nacional e consolidar a representação do campo progressista para enfrentar tanto o bolsonarismo como o fisiológico Centrão.

SAIBA MAIS: Leia na íntegra a resolução eleitoral aprovada pela Executiva Nacional do PSOL

Segundo a resolução, “o PSOL corretamente tem atuado no último período para derrotar a extrema-direita e disputar na sociedade uma agenda política em favor do povo”, e essa tarefa “segue colocada como um dos principais desafios para 2026”.

O texto destaca que o partido estará engajado tanto na recondução do campo progressista ao governo federal quanto na redução da representação da extrema-direita e do centrão no parlamento, com o objetivo de “ampliar o número de parlamentares dos setores de esquerda”.

A Executiva também aponta como tarefa prioritária a superação da antidemocrática cláusula de barreira, que estabelece um mínimo de 2,5% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados distribuídos em ao menos nove estados, com 1,5% dos votos válidos em cada um deles.

Fortalecer a reeleição de Lula e ampliar a presença da esquerda

Entre as definições principais, o PSOL informa que “iniciará um processo de debate com o objetivo de fortalecer a agenda política a ser apresentada para a construção da campanha de reeleição do presidente Lula”. O texto ressalta que os detalhes do arco de alianças e das regras eleitorais serão definidos posteriormente “na conferência eleitoral da federação e em resoluções políticas específicas da Executiva Nacional ou do Diretório Nacional”.

No plano das prioridades eleitorais, o partido estabelece como foco a construção de uma estratégia nacional capaz de ultrapassar a cláusula de barreira, mantendo os mandatos conquistados em 2022 e ampliando o número de cadeiras nos estados em que o PSOL já superou a meta mínima de desempenho.

A resolução orienta também a fortalecer chapas nos estados do Norte e Nordeste, onde o partido elegeu deputados estaduais em 2022.

Unidade do campo progressista e foco em chapas competitivas

Sobre as disputas estaduais, a Executiva Nacional orienta que “os estados deverão, quando possível, priorizar a unidade do campo progressista, desde o primeiro turno, em torno da disputa de governo que represente o melhor nome para derrotar a extrema-direita”.

O texto ressalta que o objetivo das candidaturas do PSOL não será a mera projeção de figuras públicas, mas o fortalecimento de chapas federais competitivas. “Nos estados em que o PSOL tiver candidatura própria ao governo, os esforços partidários devem ser concentrados na construção de chapas federais capazes de alcançar a cláusula de barreira”, define a resolução.

Em relação ao Senado, o partido orienta que “empreenderá esforços na sustentação de candidaturas que se apresentarem efetivamente competitivas”. Mesmo nos estados com candidatura própria ao governo, a prioridade será a unidade em torno de nomes capazes de impedir a vitória da extrema-direita, “mesmo que isso signifique não apresentar a totalidade da chapa”.

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