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Samara Sosthenes, co-vereadora do PSOL em São Paulo, é ameaçada com um tiro para o alto em frente de casa

A co-vereadora do PSOL em São Paulo pelo mandato coletivo Quilombo Periférico, Samara Sosthenes, foi ameaçada em sua casa na madrugada do último domingo (31) quando um homem em uma moto efetuou um disparo de arma de fogo para o alto em frente à residência onde a parlamentar do partido mora com sua mãe e seus irmãos.

A ação violenta contra mais uma mulher negra e trans eleita pelo PSOL na maior capital da América Latina contou com testemunhas e já teve um boletim de ocorrência registrado no mesmo dia.

O Quilombo Periférico foi eleito em 2020 com 22.742 votos, sendo um dos seis mandatos parlamentares do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo. Além de Samara Sosthenes, é composto por outras cinco lideranças negras da cidade: Elaine Mineiro, Erick Ovelha, Débora Dias, Júlio Cezar e Alex Barcellos.

NÃO É UM CASO ISOLADO

A ameaça acontece na mesma semana em que a casa de outra co-vereadora trans do PSOL, Carolina Iara, foi alvejada por dois tiros durante a madrugada. Ela faz parte da Bancada Feminista e também registrou boletim de ocorrência sobre o caso, além de ter sua segurança pessoal reforçada.

No mesmo dia, Érika Hilton, outra mulher negra e trans eleita pelo PSOL, foi perseguida e ameaçada nos corredores da Câmara Municipal de São Paulo. Seu gabinete chegou a ser invadido pelo homem que fez as ameaças, segundo ele, por estar sendo processado pela vereadora por ofensas racistas nas redes sociais.

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