fbpx

Sexta-feira o Brasil vai parar na greve geral!

Centrais sindicais, as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular e movimentos dos mais diversos setores da sociedade estão com presença confirmada na greve geral de sexta-feira (28/04), às vésperas do Dia Internacional dos Trabalhadores, celebrado em 1º de maio. A reforma da Previdência, a reforma trabalhista e a terceirização são as principais pautas repudiadas pelos grevistas.

Esses ataques vêm de um governo ilegítimo e a serviço do empresariado e receberão uma resposta unificada da sociedade, em um dia de mobilização nacional que pretende parar a produção e os setores de serviços, comércio e funcionalismo público. Além disso, há atos marcados nas grandes cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e Brasília.

Dentre as mais de 30 categorias confirmadas na paralisação, estão professores, médicos, rodoviários, metroviários, vigilantes, jornalistas, servidores do Judiciário Federal, aeronautas e bancários de todo o país. Trata-se de uma indignação coletiva e um repúdio às medidas que ameaçam os direitos trabalhistas e as condições de trabalho de profissionais de todos os setores.

O PSOL faz parte dessa mobilização. A Executiva Nacional do partido reafirmou a política de ampla convocação dos militantes partidários para participarem, em todas as cidades, das atividades da greve, bem como das manifestações que estão sendo pensadas para o 1º de maio.

A resolução política aprovada pela executiva do partido afirma que “não resta dúvida de que a hora é de fortalecer a frente única contra o governo e destruição dos direitos previdenciários e trabalhistas, bem como pela imediata revogação do PL que regulamenta a terceirização. Uma data é central: a convocação da greve geral para o dia 28 de abril”.

E continua: “É hora de tomar a ofensiva em defesa dos direitos e da democracia, contra a corrupção e as contrarreformas do governo Temer, que justificam o apoio político e material das elites para o golpe de um ano atrás”.

Após a aprovação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, em sessão desta quarta-feira (26), e da promessa do governo em votar a reforma da Previdência a partir do dia 2 de maio, o partido entende que mais do que nunca é preciso parar o país neste dia 28 e mostrar para Temer e seus aliados que a classe trabalhadora não aceitará pagar a conta de uma crise que não é dela. No momento, não há votos suficientes para aprovar a PEC 287/2016, considerando que há divergências inclusive na própria base de apoio do Palácio do Planalto.

A pressa de Temer e Rodrigo Maia em aprovar a reforma trabalhista era para mostrar ao mercado que tem força suficiente também para aprovar as mudanças na aposentadoria dos trabalhadores do setor privado e dos servidores públicos. Mas com muita pressão é possível reverter esse quadro. Por isso, a militância e os funcionários do PSOL (incluindo a equipe de Comunicação) estarão na greve geral e nas mobilizações que serão realizadas em todo o país para marcar esse dia de luta unificada.

Leia a íntegra da resolução clicando aqui.

Cadastre-se e recebe informações do PSOL

Relacionados

PSOL nas Redes

469,924FãsCurtir
362,000SeguidoresSeguir
26,500SeguidoresSeguir
515,202SeguidoresSeguir

Últimas