
Foto: Agência Belém
Governo de Belém trabalha pelos que mais precisam
11 de abril de 2022
Administrar uma cidade destruída pela política do abandono de 16 anos, com demandas reprimidas em todas as áreas e em todos os bairros, já seria um grande desafio. Mais ainda num município pobre e endividado, durante uma crise econômica nacional e em uma pandemia global. Numa realidade como essa, o governo do PSOL em Belém, composto também por PT, PCdoB, PDT, PSB, fez sua opção: inverter prioridades e ajudar aos que mais precisam, com participação popular.
Combater a fome e a extrema pobreza
A crise econômica, aprofundada pela política neoliberal do governo federal, tem feito aumentar a fome, a miséria e o desemprego em todo o país. Somado a isso, a carestia com o aumento dos alimentos, combustíveis, gás de cozinha, remédios, entre outros produtos básicos para a sobrevivência, exige ação do Estado para garantir comida na mesa dos mais pobres.
Promessa de campanha, o projeto enviado à Câmara no dia da posse pelo prefeito Edmilson Rodrigues, já atende 15 mil famílias com uma renda cidadã de até R$500 – cerca de 60 mil pessoas – medida que é acompanhada por ações de capacitação e formação, além da possibilidade de concessão de crédito solidário com juros a 0,01%.
Exemplo de combate à covid-19
O combate à covid-19 exigiu que o governo de Belém envidasse todos os esforços financeiros, humanos e políticos para garantir atendimento à população infectada e vacinar a população. Mas se não bastasse o cenário epidemiológico, a Câmara dos Vereadores aprovou, 11 dias depois das eleições, um orçamento para o ano de 2021 que retirava R$100 milhões da área da saúde, em plena pandemia (!).
Diante disso, foram feitos remanejamentos orçamentários de outras áreas, para ampliação de leitos, contratação de pessoal, compra de insumos e implantação de clínicas de campanha para testagem da população, e uma grande campanha de vacinação no município, que contou com o apoio de instituições públicas e privadas, e fez de Belém uma das capitais que mais vacinou adultos com a 2° dose contra covid-19.
Retomada de obras
A renegociação com instituições financiadoras – como BID e Caixa Econômica Federal – e empresas responsáveis, garantiu a retomada de obras paradas, algumas que se arrastavam desde a última gestão de Edmilson, em 2004 (!), como a urbanização na Vila da Barca. Além de conjuntos habitacionais, também foram retomadas obras para ampliar a rede de esgotamento sanitário, como a macrodrenagem da Estrada Nova, que prevê ainda, moradias, asfaltamento, construção de escolas e unidades de saúde. E o maior programa de regularização fundiária da região Norte tem sido realizado, beneficiando, até abril de 2022, quase 6 mil famílias de baixa renda na cidade. Concomitantemente, 83 escolas passam por reforma completa – 7 já foram entregues – e 10 unidades de saúde nas ilhas de Belém receberam obras e novos serviços à população.
Esse conjunto de medidas – e muitas outras que não cabem nesse texto já longo – expressam um sentido político, uma intencionalidade: trabalhar pelos que mais precisam, pelos esquecidos, aqueles cujas cidadanias são historicamente mutiladas. Não rende “like” em rede social, mas constrói uma Belém com cidadãos e cidadãs conscientes de seu lugar no mundo.


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