O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), disse nesta quarta-feira (20) que tentaria resolver a situação do deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias até a noite de ontem. No entanto, a decisão não foi tomada e a discussão sobre o futuro da CDH foi novamente adiada, o que recebeu críticas de alguns deputados que defendem a saída de Feliciano da presidência. Entre os deputados que se pronunciaram se destaca Jean Wyllys, que tem sido alvo de constantes ataques do grupo liderando pelo pastor.
Em nota, o deputado pelo PSOL do Rio afirma que os parlamentares “dedicados à luta por uma sociedade mais justa e igualitária” continuarão defendendo a reconstrução “da credibilidade e confiança da população na Casa”. Para isso, eles lançaram ontem a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos. “Continuaremos com esse propósito. Ainda há esperanças para a nossa luta. Não desanimem, lembrem-se que estamos junt@s nela e que não vamos deixar essa chama se apagar”, afirma Jean.
Decisão até a próxima terça-feira (26)
Ainda sobre o mesmo caso, o presidente da Câmara disse, na manhã desta quinta-feira (21), à imprensa, que espera uma decisão do PSC sobre a renúncia do deputado Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos, no máximo, até a próxima terça-feira, dia 26. Segundo Henrique Alves, a situação já está insustentável.
Confira abaixo a nota do deputado Jean Wyllys.
“Acabamos de receber a lamentável notícia do presidente Henrique Eduardo Alves de que os rumos da Comissão De Direitos Humanos e Minorias (CDHM) não serão resolvidos hoje (20/03), ao contrário do que esperávamos e já havia, inclusive, sido anunciado por alguns veículos da imprensa.
Foram várias as manifestações pelo país ao longo dessas últimas duas semanas, além de protestos e notas de repúdios da sociedade civil, movimentos sociais, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, e, inclusive, de pastores e líderes evangélicos, mas o deputado Marco Feliciano não renunciou à presidência da CDHM.
Hoje, nós parlamentares dedicados à luta por uma sociedade mais justa e igualitária, lançamos a Frente em Defesa dos Direitos Humanos com o objetivo de resgatar as características de representantes do Povo e ajudar na reconstrução da credibilidade e confiança da população na Casa. Continuaremos com esse propósito. Ainda há esperanças para a nossa luta. Não desanimem, lembrem-se que estamos junt@s nela e que NÃO VAMOS DEIXAR ESSA CHAMA SE APAGAR. Como dizia Raul Seixas: “Veja não diga que a vitoria está perdida pois é de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez”.
Em nota, o deputado pelo PSOL do Rio afirma que os parlamentares “dedicados à luta por uma sociedade mais justa e igualitária” continuarão defendendo a reconstrução “da credibilidade e confiança da população na Casa”. Para isso, eles lançaram ontem a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos. “Continuaremos com esse propósito. Ainda há esperanças para a nossa luta. Não desanimem, lembrem-se que estamos junt@s nela e que não vamos deixar essa chama se apagar”, afirma Jean.
Decisão até a próxima terça-feira (26)
Ainda sobre o mesmo caso, o presidente da Câmara disse, na manhã desta quinta-feira (21), à imprensa, que espera uma decisão do PSC sobre a renúncia do deputado Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos, no máximo, até a próxima terça-feira, dia 26. Segundo Henrique Alves, a situação já está insustentável.
Confira abaixo a nota do deputado Jean Wyllys.
“Acabamos de receber a lamentável notícia do presidente Henrique Eduardo Alves de que os rumos da Comissão De Direitos Humanos e Minorias (CDHM) não serão resolvidos hoje (20/03), ao contrário do que esperávamos e já havia, inclusive, sido anunciado por alguns veículos da imprensa.
Foram várias as manifestações pelo país ao longo dessas últimas duas semanas, além de protestos e notas de repúdios da sociedade civil, movimentos sociais, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, e, inclusive, de pastores e líderes evangélicos, mas o deputado Marco Feliciano não renunciou à presidência da CDHM.
Hoje, nós parlamentares dedicados à luta por uma sociedade mais justa e igualitária, lançamos a Frente em Defesa dos Direitos Humanos com o objetivo de resgatar as características de representantes do Povo e ajudar na reconstrução da credibilidade e confiança da população na Casa. Continuaremos com esse propósito. Ainda há esperanças para a nossa luta. Não desanimem, lembrem-se que estamos junt@s nela e que NÃO VAMOS DEIXAR ESSA CHAMA SE APAGAR. Como dizia Raul Seixas: “Veja não diga que a vitoria está perdida pois é de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez”.

