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ESPECIAL – Violência urbana

Mais de 200 ataques. Tiros, bombas e dinamites contra prédios e pessoas
com uma trágica lista que ultrapassa a centena de mortos. Lojas,
escolas e universidades fechadas, dezenas de ônibus incendiados e
linhas de transporte que não circulam. O desafio que o crime organizado lançou em São
Paulo, como em outros
momentos aconteceu no Rio de Janeiro, é resultado do colapso de uma política de segurança pública que não funciona. Leia pronunciamentos e artigos à respeito da violência urbana.

Para acabar com a violência tem que acabar a exclusão social
Babá
Mais de 200 ataques. Tiros, bombas e dinamites contra prédios e pessoas
com uma trágica lista que ultrapassa a centena de mortos. Lojas,
escolas e universidades fechadas, dezenas de ônibus incendiados e
linhas de transporte que não circulam. É um parte de guerra assustador.

P-SOL se solidariza com vítimas da violência em São Paulo
Bancada do P-SOL
Partido reivindica mais investimentos e políticas públicas que promovam
incremento em áreas como a de proteção à infância e juventude e geração
de emprego e renda.

Heloísa Helena culpa governo federal pela violência
Heloísa Helena
A pré-candidata do P-SOL à presidência da República responsabilizou o
governo federal pela onda de violência promovida por traficantes em
várias cidades do País. "O Planalto não cumpriu o que estava no
orçamento do ano passado e não liberou recursos para o combate à
violência", disse.

Deter a espiral da barbárie

Plínio de Arruda Sampaio

O desafio que o crime organizado lançou ao governo do Estado de São
Paulo é resultado do colapso de uma política de segurança pública
baseada apenas na repressão brutal. Ela não funciona, por ser, acima de
tudo, ineficiente. Não ataca as causas do problema, não é preventiva e
não investe em inteligência policial.

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