No dia 14 de novembro, os engarrafamentos totalizavam 350 quilômetros em todo o país e só 20% dos serviços do Metrô funcionavam em Paris. A França estava praticamente paralisada por uma nova greve dos transportes contra a reforma de regimes especiais de aposentadoria, símbolo da “política de mudanças” do presidente conservador Nicolas Sarkozy.
É a segunda vez, em um mês, depois da greve de 18 de outubro, que os ferroviários, os trabalhadores do transporte público de Paris e de outras empresas estatais protestam contra a reforma do regime previdenciário para os empregados públicos, que pretende eliminar a aposentadoria antecipada.
Outros setores de trabalhadores, como os da energia (eletricidade e gás) e da cultura (empregados da Ópera de Paris), também entraram em greve.

