Realizado nesta terça feira (14) a 10ª Edição do Seminário LGBT do Congresso Nacional, evento já tradicional na agenda da Câmara e do Senado, reuniu acadêmicos, especialistas, políticos, gestores públicos, representantes de diversas denominações religiosas, ateístas e humanistas para debater e dialogar sobre o tema “Religião e Diversidades: A liberdade de crença em relação às outras liberdades individuais”, e sobre os possíveis conflitos entre estas liberdades e a liberdade de orientação sexual e identidade de gênero. “O objetivo do seminário é o de qualificar os parlamentares e os militantes para o enfrentamento do fundamentalismo religioso, da defesa da laicidade do Estado”, explicou o deputado Jean Wyllys durante a abertura do evento.
Wyllys também anunciou e parabenizou a decisão do CNJ, que naquele exato momento havia regulamentado o casamento igualitário em todo o Brasil, cobrando do Legislativo que se esforce para alcançar este grande passo do Judiciário.
Participaram da mesa de abertura a Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), presidenta da Comissão de Cultura, o deputado Lincoln Portela (PR-MG), presidente da Comissão de Legislação Participativa, o deputado Arthur Bruno (PT-CE), vice-presidente da Comissão de Educação, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), os deputados Jean Wyllys e Chico Alencar (PSOL-RJ), a Secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais do Ministério de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Silvany Euclênio, a Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Santos, o presidente do Conselho Nacional LGBT, Gustavo Bernardes, o presidente da ABGLT, Carlos Magno, a presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil, Cris Stefanny, e a presidente da Liga Humanista Secular do Brasil, Åsa Heuser.
A primeira mesa de debates, ainda durante a manhã, foi composta por pesquisadores, teólogos, juristas, representantes do Ministério Público paulista e da OAB, e abordaram o processo de representação política diante das contradições existentes na Constituição e nas práticas das instituições referente à laicidade do Estado. A mesa também contou com a participação do Padre Beto, recém excomungado pela Igreja Católica por dizer que LGBTs merecem ser felizes dentro da sua sexualidade humana, segundo suas próprias palavras. Padre Beto também ressaltou a importância de construirmos cidadãos com mentes reflexivas, não dogmáticas, e ponderou que a sociedade não terá futuro se não construirmos indivíduos éticos, diferenciando ética de moral.
Com representantes de denominações religiosas, a segunda e terceira mesas contemplaram a relação do respeito à diversidade religiosa, de orientação e identidade de gênero nas perspectivas de budistas, espíritas, indígenas, bahá’ís, povos de terreiro, evangélicos, católicos, ateus e agnósticos.
Wyllys também anunciou e parabenizou a decisão do CNJ, que naquele exato momento havia regulamentado o casamento igualitário em todo o Brasil, cobrando do Legislativo que se esforce para alcançar este grande passo do Judiciário.
Participaram da mesa de abertura a Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), presidenta da Comissão de Cultura, o deputado Lincoln Portela (PR-MG), presidente da Comissão de Legislação Participativa, o deputado Arthur Bruno (PT-CE), vice-presidente da Comissão de Educação, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), os deputados Jean Wyllys e Chico Alencar (PSOL-RJ), a Secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais do Ministério de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Silvany Euclênio, a Secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Santos, o presidente do Conselho Nacional LGBT, Gustavo Bernardes, o presidente da ABGLT, Carlos Magno, a presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil, Cris Stefanny, e a presidente da Liga Humanista Secular do Brasil, Åsa Heuser.
A primeira mesa de debates, ainda durante a manhã, foi composta por pesquisadores, teólogos, juristas, representantes do Ministério Público paulista e da OAB, e abordaram o processo de representação política diante das contradições existentes na Constituição e nas práticas das instituições referente à laicidade do Estado. A mesa também contou com a participação do Padre Beto, recém excomungado pela Igreja Católica por dizer que LGBTs merecem ser felizes dentro da sua sexualidade humana, segundo suas próprias palavras. Padre Beto também ressaltou a importância de construirmos cidadãos com mentes reflexivas, não dogmáticas, e ponderou que a sociedade não terá futuro se não construirmos indivíduos éticos, diferenciando ética de moral.
Com representantes de denominações religiosas, a segunda e terceira mesas contemplaram a relação do respeito à diversidade religiosa, de orientação e identidade de gênero nas perspectivas de budistas, espíritas, indígenas, bahá’ís, povos de terreiro, evangélicos, católicos, ateus e agnósticos.
Ao término, Ritta Benneditto contagiou e emocionou os presentes com um belíssimo show de voz e violão, cantando sucessos de sua carreira.

