Em Istambul, as ruas ao redor do escritório do primeiro-ministro turco foram isoladas pela polícia
A Turquia entrou no quarto dia de protestos contra o governo do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan nesta segunda-feira (03/06). As manifestações se espalharam de Istambul para a capital Ancara e para a terceira maior cidade, Izmir. Os protestos começaram na sexta-feira (31/05) devido a um projeto de renovação da praça Taksim de Istambul, que envolvia o corte de centenas de árvores e que desencadeou reações contrárias ao governo em várias cidades do país.
Em Istambul, as ruas ao redor do escritório do primeiro-ministro foram isoladas pela polícia, que usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Os manifestantes haviam construído barricadas com abrigos de ônibus, pedras de pavimentação e placas de rua, bloqueando uma avenida perto do Estreito de Bósforo. Em Ancara, a polícia invadiu um complexo comercial, onde manifestantes estavam abrigados, e deteve centenas de pessoas.
A Turquia entrou no quarto dia de protestos contra o governo do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan nesta segunda-feira (03/06). As manifestações se espalharam de Istambul para a capital Ancara e para a terceira maior cidade, Izmir. Os protestos começaram na sexta-feira (31/05) devido a um projeto de renovação da praça Taksim de Istambul, que envolvia o corte de centenas de árvores e que desencadeou reações contrárias ao governo em várias cidades do país.
Em Istambul, as ruas ao redor do escritório do primeiro-ministro foram isoladas pela polícia, que usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Os manifestantes haviam construído barricadas com abrigos de ônibus, pedras de pavimentação e placas de rua, bloqueando uma avenida perto do Estreito de Bósforo. Em Ancara, a polícia invadiu um complexo comercial, onde manifestantes estavam abrigados, e deteve centenas de pessoas.
Enquanto o Ministério do Interior turco fala de 58 civis e 115 polícias feridos em 235 manifestações ocorridas desde a semana passada, a Anistia Internacional afirma que houve duas mortes. Teriam sido detidos, ainda segundo o Executivo, mais de 1.700 manifestantes. Sindicatos, setores profissionais e advogados reuniram-se durante a noite em Ancara para a preparação de uma declaração conjunta para pedir o fim da violência e exigir o julgamento dos polícias. Em Istambul, um sindicato de professores decretou uma greve até esta terça-feira (04/06).

