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Autoritarismo na Câmara Municipal de Belo Horizonte: querem silenciar Bella Gonçalves

Bella Gonçalves, vereadora do PSOL em Belo Horizonte, foi denunciada após o dia 2 de outubro, quando Bella teve seu microfone desligado autoritariamente pelo vereador que presidia a reunião e tinha interesse direto no projeto em discussão, o Escola ‘sem partido’. A Rádio Itatiaia noticiou que o corregedor da Câmara Municipal de Belo Horizonte já tem um posicionamento sobre o acolhimento de denúncia arbitrária apresentada contra a vereadora, que não havia sido notificada do caso.

Na ocasião, a vereadora utilizou o único microfone que estava ligado no Plenário, na Mesa Diretora, em razão disso teria sido apresentada a denúncia. Também de acordo com matéria da rádio, “nos bastidores, a informação é de que a suspensão do mandato é mais provável”.

A gabinetona é um mandato que funciona das esferas municipais de Belo Horizonte à federal. Nas redes sociais, Áurea Carolina, Andréia de Jesus e Cida Falabella, que compõe a Gabinetona com Bella Gonçalves se manifestaram: ‘é ultrajante que em uma Câmara cercada por episódios de agressões físicas entre vereadores e por denúncias de corrupção que escandalizaram a sociedade, tenham a intenção de punir nosso mandato com medida extrema. Tamanha desproporcionalidade de tratamento revela que existem interesses escusos atuando para constranger e silenciar um mandato que vem vocalizando as lutas populares no parlamento municipal.’

O vazamento de informações sobre esse processo para a imprensa antes que Bella fosse devidamente notificada e que o processo tenha se tornado oficialmente público, consolida uma tentativa de criar um fato político para manipular a opinião pública. Interfer, pelo uso da mídia, no direito à ampla defesa e ao contraditório.

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