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Fernanda Melchionna: “Bolsonaro tem no DNA o golpismo da extrema-direita”

A deputada federal do PSOL Fernanda Melchionna, vice-líder do PSOL na Câmara, concedeu entrevista nesta quarta-feira (14) à Revista Fórum e reforçou a necessidade do impeachment de Jair Bolsonaro em 2021, já que as constantes ameaças antidemocráticas de Bolsonaro podem levar a tentativas de golpe nas eleições de 2022.

“Eu não tenho dúvida que o Bolsonaro vai tentar um golpe no sentido de não reconhecer os processos [eleitorais]. Ele tem no DNA essa característica da extrema-direita, como [Donald] Trump fez nos EUA. Nos EUA teve aquela invasão patética do Capitólio, que foi minoritária mas foi invasão e teve até morto. Imagine em relação ao Brasil que tem uma democracia burguesa menos sólida do que a estadunidense?”, afirmou a deputada do PSOL.

A deputada ressalta no entanto que é preciso diferenciar a “vontade” da “capacidade” de Bolsonaro. “Eu acho que ele perdeu muita força e, claro, ele tem uma base que ainda resiste, violenta, mas que é uma minoria social”, ressalta.

Segundo Melchionna, o cenário reforça a necessidade de derrotar Bolsonaro em 2021, indo às ruas para que o processo de impeachment seja colocado em pauta.

“Bolsonaro tenta por dentro do regime fechar o sistema político. Só que ele não conseguiu graças à resistência do Brasil, às vozes democráticas”, diz. “A melhor forma da gente se prevenir disso, que a gente sabe que o Bolsonaro tentará, é ter voz democrática, povo na rua e essa compreensão. Nós temos claro que é preciso derrotar o Bolsonaro em 2021. Quem aposta em sangrar o Bolsonaro para vencê-lo na eleição está cometendo uma irresponsabilidade histórica”, emenda.

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