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PSOL pede a cassação do mandato de deputados do partido de Bolsonaro condenados pelo STF

A Federação PSOL-Rede protocolou uma representação nesta quinta-feira (19) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra os deputados Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil (PL-MA), condenados por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por desvio de emendas parlamentares.

Além deles, o ex-deputado João Bosco (PL-SE) e outros quatro réus também foram condenados por unanimidade pelo STF.

Em coletiva de imprensa para anunciar a ação no Conselho de Ética, a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) afirmou que a situação revela a naturalização de práticas ilícitas no Parlamento. “Não se estranha que tenha se naturalizado tanto a corrupção que esses deputados já condenados não tenham sido afastados de ofício”, disse.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) ressaltou que apenas parlamentares da Federação PSOL-Rede se manifestaram sobre esse absurdo. “Não teve um deputado no plenário que não fosse da federação que se manifestasse. É estranho”, afirmou o parlamentar.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), membro do Conselho de Ética, afirmou que a federação pedirá celeridade na tramitação da representação. “A cada condenação, uma representação para a cassação. Não vamos esquecer”, disse.

Já a deputada Heloísa Helena (Rede-RJ) ressaltou que desvios de recursos têm impacto direto na vida da população. “Cada vez que se rouba dinheiro público, é uma criança que fica fora da sala de aula ou um serviço de saúde que deixa de funcionar”, afirmou. Para Heloísa, é preciso “derrubar a muralha da impunidade, esteja ela onde estiver”.

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