Na última sexta-feira (3), a bancada do PSOL na Câmara dos Deputados protocolou representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o deputado Laerte Bessa (PR/DF) por apologia à tortura e incitação à violência.
Em absurda fala contra a performance artística no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, o deputado louvou os tempos de tortura no Brasil. Questionando Jean Wyllys (PSOL/RJ), Bessa afirmou que direitos humanos “um porrete de pau de guatambu que a gente usou, muitos anos, em delegacia de polícia”. Não satisfeito, perguntou ao deputado do PSOL se ele conhece um “rabo de tabu”, tipo de faca utilizado, em suas palavras, “em bons tempos de delegacia de polícia”.
A representação do PSOL é assinada pelos seis membros da bancada: Glauber Braga, Jean Wyllys, Ivan Valente, Luiza Erundina, Chico Alencar e Edmilson Rodrigues.
O texto exige que Bessa dê detalhes sobre os tais “instrumentos” que utilizava e, também, em que situações foi utilizado.
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