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É possível que a cidade seja seja nossa. Vote 50!

Chegou a hora! Neste domingo (2), o país começa a escolher quem estará no comando de suas cidades nos próximos quatro anos. Mais de 140 milhões de eleitores, distribuídos em 5.568 municípios, participarão do pleito, com chances de mudar os rumos da forma de fazer política.

Entre milhares de candidaturas, das mais variadas perspectivas ideológicas, o PSOL, que tem se firmado cada vez mais como uma alternativa programática de esquerda, está nessa disputa com propostas para transformar as cidades como um espaço verdadeiramente das pessoas, com mais democracia, participação popular, direitos, liberdade e respeito com as crianças, jovens, mulheres, negros, negras, LGBTs e indígenas. Em 25 capitais brasileiras o PSOL disputa com candidatura própria, além da participação em inúmeras cidades de médio e pequeno porte.

Nesta reta final do primeiro turno, o partido, por meio de sua militância e apoiadores, intensificou o diálogo com a sociedade para garantir uma vaga no segundo turno em importantes cidades onde as candidaturas do partido têm se destacado com suas propostas de mudança. Mesmo com o pouco tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV e sem a força do dinheiro que as candidaturas da ordem possuem, o partido continua entre os primeiros colocados na intenção de votos do eleitorado em importantes cidades, como Belém, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Cuiabá, São Paulo, Nova Friburgo, Sorocaba e Niterói, além da pequena Janduís, no Rio Grande do Norte. Vale destacar ainda o crescimento das campanhas do partido em cidades como Fortaleza, Natal, Salvador, Recife e Florianópolis.

Além disso, é do PSOL as duas únicas candidatas trans a vaga majoritária: em Alagoninhas-BA e em Caraguatatuba-SP.

Parte do crescimento do partido vem através da atuação de sua bancada de deputados federais, considerada ano após ano a melhor do país no prêmio Congresso em Foco.

Foi de autoria do PSOL, juntamente à Rede Sustentabilidade, a ação que cassou o mandato de Eduardo Cunha (PMDB/RJ), ex-presidente da Câmara. Nosso partido passou meses enfrentando o obscurantismo e as artimanhas do então deputado, até que, no início de setembro, finalmente o plenário da Câmara cassou seu mandato. Relembre a sessão aqui.

Para o presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, algo novo começa a se consolidar na consciência coletiva do povo brasileiro. “A política não é uma ciência exata. As pesquisas mostram que ideias possuem força e que mesmo com 10 segundos e duas inserções, poucos recursos e em muitos casos privadas de participação nos debates, candidaturas do PSOL aparecem em boas colocações. Isso é surpreendente”, analisa.

Araújo considera que parte importante dos brasileiros tem demonstrado procurar outros caminhos, outras propostas e outras representações. “O sentimento de mudança pode vencer regras feitas para que tudo permaneça como está? Com certeza”, questiona.

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