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Entidades de juristas apoiam ação do PSOL no STF que pede suspensão de despejos na pandemia

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), a Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia (APD) e o Coletivo por um Ministério Público Transformador (Transforma MP) ingressaram na última terça-feira (4) com um pedido de Amicus Curiae (Amigos da Corte) no Supremo Tribunal Federal (STF), para contribuir com o debate sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, apresentada pelo PSOL, para suspender todas as medidas de remoção, desocupação, reintegrações de posse ou despejos durante a pandemia da Covid-19.
“O direito à moradia digna foi reconhecido e implantado como pressuposto para a dignidade da pessoa humana, desde 1948, com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e, foi recepcionado e propagado na Constituição Federal de 1988, por advento da Emenda Constitucional nº 26/00, em seu artigo 6º”, ressaltam as entidades no pedido para contribuir com o STF na análise da ação.
O amicus curiae é um colaborador da Justiça e sua participação no processo ocorre e se justifica, não como defensor de interesses próprios, mas como agente habilitado a agregar subsídios que possam contribuir para a qualificação da decisão a ser tomada pelo Tribunal.
Segundo a Campanha Despejo Zero, ao menos 9 mil famílias foram removidas no Brasil durante a pandemia, sendo 3.004 no Amazonas e 2.852 em São Paulo. Outras 64.546 famílias estão ameaçadas de remoção pelo país.

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