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“O Brasil não suportará mais quatro anos de Bolsonaro”, diz Ivan Valente (PSOL)

Em artigo publicado nesta semana na Folha de S. Paulo, o deputado federal do PSOL Ivan Valente faz um balanço destes quase três anos de governo Bolsonaro e a urgência de derrotá-lo e tirá-lo da Presidência da República o quanto antes, seja através de um impeachment ou nas eleições de 2022. “A dimensão da tragédia nos aponta que o Brasil não suportará mais quatro anos de Bolsonaro”, sintetiza.

‘Os democratas, progressistas e socialistas devem saber que não existe caminho fácil para superar este desgoverno. É um projeto de intencional implosão da nação e retrocesso civilizatório”, caracteriza Ivan Valente sobre o governo genocida de Bolsonaro e enumera a série de tragédias promovidas pelo governo federal: mais de 600 mil mortes, fome, corrupção, desemprego, morte de indígenas e uma extensa rede de produção de fake news.

“Quando o caldo engrossou, Bolsonaro comprou o centrão com cargos e ministérios”, disse Ivan Valente sobre a estratégia bolsonarista para se blindar do avanço dos pedidos de impeachment. “Ele tenta, assim, garantir a reeleição, mantendo o apoio do centrão e sustentando uma base radicalizada com discurso tosco, alimentado pelo preconceito e pelo ódio”, avalia.

Em seguida, o deputado federal avalia a fratura na elite brasileira causada pela barbárie bolsonarista, com a tentativa de emplacar uma “terceira via” que promova “a continuidade da política ultraliberal, mas sem o isolamento internacional e a fragilização do regime democrático eleitoral”, caracteriza.

“Essa fração da elite é, também, poderosa economicamente e conta com significativo poder na grande mídia. Seus pré-candidatos são quase todos bolsonaristas ‘arrependidos’. Foram contribuintes ativos da chegada de Bolsonaro ao poder em 2018. Mas aí reside exatamente sua fraqueza”, avalia.

A importância da unidade na luta pelo “Fora Bolsonaro” também é tema do artigo. “Imprescindível é a unidade das forças do campo democrático e popular. Diante do perigo iminente, trabalhar de forma harmônica contra o hegemonismo e o sectarismo em uma luta que exige sabedoria, tolerância e generosidade, contemplando todos os atores na batalha pelo impeachment e na participação ampla do processo eleitoral”, explica Valente.

“Essa unidade se constrói na aposta e num programa voltado aos “de baixo”, na superação desse modelo econômico execrável, concentrador de renda, riqueza e poder, que perpetua a exclusão social e os preconceitos que marcam a dominação de classe no país. Sem distribuição de renda e busca do fim das desigualdades não há democracia”, conclui.

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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