O 4º Congresso do PSOL paraense, realizado no último final de semana (25 e 26), elegeu o professor Walmir Freire como o seu novo presidente. Os militantes do partido no Pará também aprovaram um conjunto de resoluções que apontam a indicação de candidaturas próprias à disputa majoritária (governo estadual e Senado) e a preparação da chapa de candidatos a deputados estaduais e federais em 2014.
Para Freire, o partido tem condições reais e objetivas de ser alternativa real à polarização formal das elites, além de manter e ampliar a representação no legislativo paraense, que hoje conta apenas com um parlamentar, o deputado Edmilson Rodrigues, e eleger pela primeira vez uma bancada federal.
“Os excelentes resultados obtidos pelo PSOL nas últimas eleições no Pará credenciam o nosso partido como uma alternativa viável para ocupar esse espaço à esquerda e construir um novo caminho na disputa eleitoral para o Estado”, disse Freire, segundo matéria publicada no Ponto de Pauta, site de notícias da região.
Sobre a política de alianças, o congresso do PSOL-PA apontou pela formação de uma Frente Política de esquerda, de caráter democrático e popular, e rechaça qualquer aliança com legendas conservadoras (PSDB, DEM, PMDB, PR, PTB, PSD, Solidariedade e PP). “O nosso entendimento é que esses partidos configuram um campo à direita da sociedade brasileira; são instituições orgânicas do grande capital e configuram-se como um bloco conservador de sustentação ao regime político atual, que privilegia uma minoria em detrimento das maiorias excluídas do Brasil”, diz a resolução.
Caberá à nova direção estruturar o debate sobre o programa que o partido irá defender para as eleições majoritárias e proporcionais, aberto à colaboração de ativistas dos movimentos sociais e da intelectualidade.
Para Freire, o partido tem condições reais e objetivas de ser alternativa real à polarização formal das elites, além de manter e ampliar a representação no legislativo paraense, que hoje conta apenas com um parlamentar, o deputado Edmilson Rodrigues, e eleger pela primeira vez uma bancada federal.
“Os excelentes resultados obtidos pelo PSOL nas últimas eleições no Pará credenciam o nosso partido como uma alternativa viável para ocupar esse espaço à esquerda e construir um novo caminho na disputa eleitoral para o Estado”, disse Freire, segundo matéria publicada no Ponto de Pauta, site de notícias da região.
Sobre a política de alianças, o congresso do PSOL-PA apontou pela formação de uma Frente Política de esquerda, de caráter democrático e popular, e rechaça qualquer aliança com legendas conservadoras (PSDB, DEM, PMDB, PR, PTB, PSD, Solidariedade e PP). “O nosso entendimento é que esses partidos configuram um campo à direita da sociedade brasileira; são instituições orgânicas do grande capital e configuram-se como um bloco conservador de sustentação ao regime político atual, que privilegia uma minoria em detrimento das maiorias excluídas do Brasil”, diz a resolução.
Caberá à nova direção estruturar o debate sobre o programa que o partido irá defender para as eleições majoritárias e proporcionais, aberto à colaboração de ativistas dos movimentos sociais e da intelectualidade.

