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PSOL propõe CPI na ALESP sobre mortes de jovens em Paraisópolis

A bancada do PSOL na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) apresentou um requerimento de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as mortes dos nove jovens que aconteceram no último final de semana em um baile funk no Paraisópolis, uma das principais comunidades da cidade de São Paulo.

O pedido é assinado por Mônica Seixas, representante do mandato coletivo da Bancada Ativista, do PSOL. Para os membros do mandato coletivo, as ações policiais contra pancadões são criminalização do funk e da pobreza. Para que o pedido seja aprovado, são necessárias ao menos 32 assinaturas.

” O que aconteceu foi uma tragédia, mostra o despreparo da polícia para lidar com o assunto, a criminalização da pobreza e do funk”, diz Erika Hilton, uma das codeputadas da Bancada Ativista. Ela enfatiza que a ação do governo Doria contra os pancadões não se trata de “combater barulho”, mas de um ataque à cultura de jovens negros da periferia.

A deputada estadual do PSOL Isa Penna também anunciou que entrará com uma representação no Ministério Público para que haja apuração do crime cometido pelo Estado em Paraisópolis.

Os parlamentares da oposição, principalmente do PSOL e do PT, também agendaram uma reunião com o procurador-geral de Justiça, de São Paulo Gianpaolo Poggio, para tratar do assunto.

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