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Sâmia Bomfim (PSOL) aciona MPF para que checagem de fatos seja obrigatória para Meta poder operar no Brasil

A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL) acionou o Ministério Público Federal (MPF) para que a empresa Meta seja obrigada a manter sua política de checagem de fatos profissional para poder seguir operando no Brasil.

A parlamentar pede que a Procuradoria-Geral da República (PGR) faça a empresa do bilionário Mark Zuckerberg regularizar suas políticas de uso por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou mediante provocação do Poder Judiciário.

O CEO da empresa dona de redes sociais como Instagram, Facebook, Whatsapp e Threads afirmou na última semana que a Meta diminuirá restrições a temas como “imigração e gênero”, por exemplo.

No documento enviado, Sâmia diz que “as posições unilaterais da Meta com base em um conceito de liberdade de expressão total são absolutamente incompatíveis com o direito brasileiro”.

“Sendo necessária a asseguração da responsabilidade das plataformas sobre a circulação e controle de discursos antidemocráticos, falsos e de ódio em suas redes, consideramos indispensável a atuação do Ministério Público na salvaguarda da ordem jurídica nacional frente a estas mudanças na política da Meta”, conclui.

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