Milhares de pessoas manifestaram-se no último sábado (27), em 30 cidades do país, em defesa do seu direito à privacidade e contra programas como o PRISM, que permitem às agências de segurança dos EUA ter acesso a todas as suas comunicações pessoais, como foi denunciado por Edward Snowden
Sob o lema “Parem de vigiar-nos”, milhares de alemães manifestaram-se no último sábado (27) em 30 cidades do país contra os programas de vigilância massiva, como o PRISM, que permitem a agências como a NSA (Agência Nacional de Segurança), dos Estados Unidos, ter acesso a todos os seus dados e comunicações pessoais.
A denúncia da existência de programas como esse, que goza da colaboração das principais empresas de Internet como a Microsoft, a Google ou a Apple, feita pelo ex- especialista em tecnologia da NSA, Edward Snowden, deixou em maus lençóis a própria chanceler Angela Merkel, que afirmou na semana passada que só soube da capacidade da NSA espionar os cidadãos do seu país pela mídia.
Cerca de duas mil pessoas manifestaram-se em Hamburgo, mil em Frankfurt. Os organizadores atribuíram ao calor o fato de as mobilizações serem menores do que o esperado.
Petição com 40 mil assinaturas
Uma petição contra o programa PRISM e a criminalização das pessoas que promovem a espionagem e espalham informações, dirigida a Angela Merkel, já foi assinada por 40 mil alemães.
As manifestações foram organizadas por partidos como o Pirata, os Verdes, o Die Linke, e o Partido Social Democrata, juntamente com diversas ONGs.
Um dos organizadores disse à Deutsche Welle que “estamos a encaminhar-nos para um estado que tem a infra-estrutura para controlar-nos e monitorizar-nos a todos – e isto não pode acontecer numa democracia”.
Sob o lema “Parem de vigiar-nos”, milhares de alemães manifestaram-se no último sábado (27) em 30 cidades do país contra os programas de vigilância massiva, como o PRISM, que permitem a agências como a NSA (Agência Nacional de Segurança), dos Estados Unidos, ter acesso a todos os seus dados e comunicações pessoais.
A denúncia da existência de programas como esse, que goza da colaboração das principais empresas de Internet como a Microsoft, a Google ou a Apple, feita pelo ex- especialista em tecnologia da NSA, Edward Snowden, deixou em maus lençóis a própria chanceler Angela Merkel, que afirmou na semana passada que só soube da capacidade da NSA espionar os cidadãos do seu país pela mídia.
Cerca de duas mil pessoas manifestaram-se em Hamburgo, mil em Frankfurt. Os organizadores atribuíram ao calor o fato de as mobilizações serem menores do que o esperado.
Petição com 40 mil assinaturas
Uma petição contra o programa PRISM e a criminalização das pessoas que promovem a espionagem e espalham informações, dirigida a Angela Merkel, já foi assinada por 40 mil alemães.
As manifestações foram organizadas por partidos como o Pirata, os Verdes, o Die Linke, e o Partido Social Democrata, juntamente com diversas ONGs.
Um dos organizadores disse à Deutsche Welle que “estamos a encaminhar-nos para um estado que tem a infra-estrutura para controlar-nos e monitorizar-nos a todos – e isto não pode acontecer numa democracia”.

