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Carlos Giannazi (PSOL) aciona MP contra decisão de Tarcísio de Freitas de acabar com livros físicos nas escolas

O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) acionou o Ministério Público nesta quarta-feira (2) contra a decisão do governo de Tarcísio de Freitas de acabar com livros físicos a partir do 6º ano do ensino fundamental nas escolas estaduais.

O governo de São Paulo abriu mão de participar do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), no qual os livros didáticos são comprados com verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação do Ministério da Educação (MEC).

Além disso, decidiu que, a partir de 2024, a rede de educação paulista terá apenas conteúdo didático digital, não mais o livro impresso, para os alunos do 6º ano em diante.

Giannazi aponta em sua ação que a decisão do governador bolsonarista é “absurda”, “vai na contramão de vários estudos” e “amplia o uso de tela na infância e adolescência (causador de muitos transtornos de ansiedade e outros tantos pelo uso excessivo da tecnologia)”.

“Há precariedade dos equipamentos e incapacidade de acesso à rede de dados –os chips fornecidos pelo estado são objeto de frequentes reclamações dos professores sobre sua baixa qualidade”, explica também o deputado, sobre a falta de estrutura nas escolas paulistas para que esse modelo seja implementado com o mínimo de sucesso.

Giannazi afirma que, com a medida, a Secretaria Estadual da Educação e o Governo de SP “pretendem a redução e o enxugamento da estrutura educacional pública” e pede que o MP-SP tome providências.

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