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Carlos Giannazi (PSOL-SP) questiona superintendente do CPS sobre reajuste salarial

O professor e deputado Carlos Giannazi participou da reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia e Informação no dia 24 de agosto na qual foi prioritariamente discutido o PLC 43/11 do governo estadual, que institui o plano de carreiras e o reajuste salarial dos servidores do Centro Paula Souza.

O parlamentar criticou o fato de a diretoria da superintendência receber reajustes de 75% e os professores e funcionários apenas 11%, índices propostos no projeto original apresentado do governo Alckmin. Em seu pronunciamento, disse ainda que “os salários são tão baixos que vem causando um esvaziamento do quadro do magistério da instituição”. Completou argumentando que em todas as ETECs do estado faltam professores. “Se o estado continuar pagando tão mal assim, em breve haverá um ‘apagão’ pela falta de docentes interessados em lecionar no ensino técnico de São Paulo”, alertou.

Dirigindo-se diretamente à superintendente do CPS, Giannazi cobrou dela esclarecimentos sobre um manual do professor que estava sendo distribuído pela instituição, afirmando que os professores estavam impedidos de participar de greve ou fazer críticas à administração. “Esse manual representa um acinte, um atentado à democracia e à Constituição Federal; exigimos o seu imediato cancelamento, sob pena de acionarmos os órgãos competentes para apurar essa violação a lei”, manifestou o deputado.

Emendas

O mandato de Giannazi apresentou diversas emendas ao PLC para incorporar as reivindicações dos servidores e lutará para aprová-las. Além do aumento do reajuste para 75%%, o parlamentar — que é membro titular da Comissão de Educação e Cultura da ALESP — defende o enquadramento automático para todos os trabalhadores do CPS, data do reajuste retroativo a 1º de março, licença maternidade de 180 dias, pagamento da sexta parte, aplicação dos índices do CRUESP, aumento do vale refeição de R$ 4 para R$ 20, utilização do HSPE pelos servidores do CPS, fim do autoritarismo e do apadrinhamento político dos cargos de direção e eleição sem lista tríplice para diretor de unidade, na qual o mais votado seja empossado automaticamente sem interferência da superintendência.

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